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Já parou pra se perguntar por que a história do brasil sempre foi omitida?

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CIÊNCIA POLÍTICA

AULA DE HISTÓRIA DO BRASIL

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NÃO TEMOS OPOSIÇÃO NO BRASIL – TODOS FAZEM PARTE DA FACÇÃO CRIMINOSA DO “FORO DE SÃO PAULO”

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MONARQUIA NO BRASIL

Terra de Santa Cruz – Uma história não contada [Oficial]

Trecho do artigo publicado em 1918 e de autoria de Monteiro Lobato, intitulado D. Pedro II.

…”O fato de existir na cúspide da sociedade um símbolo vivo e ativo da Honestidade, no Equilíbrio, da Moderação, da Honra e do dever, bastava para inocular no país em formação, o vírus das melhores virtudes cívicas. O Juiz era honesto, se não por injunções da própria consciência, pela presença da Honestidade no trono. O político visava o bem público, se não por determinismos pessoais, pela influência catalítica da virtude Imperial, As respiravam, a oposição possibilizava-se: O Chefe Permanente das Oposições, estava no Trono. A justiça era um fato: havia no Trono um juiz supremo, incorruptível. O peculatário, o defraudador, o político negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso, o mau cidadão, enfim, e mau por força de pendores congeniais, passava muitas vezes a vida inteira sem incidir num só deslize. A natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à iniqüidade mas sofreava as rédeas aos maus instintos, à simples presença da Equidade e da Justiça no trono.
Ignorávamos tudo isso na Monarquia.
Foi preciso que viesse a república, e que alijasse do trono a Força Catalíca, para patentear-se bem claro o curioso fenômeno.
A mesma gente, – o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado, o mesmo funcionário – até 15 de novembro, honesto, bem intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo a ausência do Imperial Freio, desaçamaram a alcatéia dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí o contraste dia a dia mais frisamente entre a vida nacional sob D. Pedro II e a vida nacional sob a curul republicana.
D Pedro II era a luz do baile.
Muita harmonia, respeito às damas, polidez de maneiras, jóias d’arte sobre os consolos, dando o conjunto, uma impressão genérica de apuradíssima cultura social.
Extingue-se a luz. As senhoras sentem-se logo apalpadas, trocam-se tabefes, ouvem-se palavreados de tarimba, desaparecem as jóias.
Como, se era a mesma gente!!!
Mas gente em formação, com virtudes cívicas e morais em início de cristalização.
Mais um século de luz acesa, mais um século de catálise imperial, e o processo cristalizatório se operaria completo…
Consolidar-se-iam os costumes, enfibrar-se-ia o caráter. E do mau material humano com que nos formamos, sairia, pela criação duma segunda natureza, um povo capaz de ombrear-se com os mais apurados em cultura e civilização.

“Para esta obra moderadora, organizadora, cristalizadora, nenhuma forma de governo melhor do quê a Monarquia…”

Movimento de restauração da Monarquia no Brasil

A perspectiva política de Luiz Philippe de Orleans e Bragança

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