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Arquivo para o mês “abril, 2017”

PRÍNCIPE DO BRASIL

MANIFESTO NO RIO – “FORA REPÚBLICA”

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Conversa com Luiz Felipe Bragança (22/04/16) Luiz Philippe de Orleans e Bragança cientista político e líder do movimento Acorda Brasil fala sobre a história da política brasileira.

O QUE ESPERAR MAIS DESTA REPÚBLICA?

Tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras. O QUE ESPERAR MAIS DESTA REPÚBLICA?
● – República Velha – 1ª República (1890–1930): Ditadura
● – República da Espada (1894): Ditadura
● – República do Café-com-Leite
● – Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● – Era Vargas – (1930–1945): Ditadura – Regime Totalitário & Autoritário
● – Quarta República (1946–1964)
● – Governo Provisório (Brasil)
● – Governo Constitucionalista
● – Estado Novo
● – República Populista: Eurico Gaspar Dutra, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart.
● – Último Regime Militar – 5ª República (1964–1985): Ditadura – Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo.
● – Nova República – 6ª República (1985-atual): José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma Rousseff.
● Constituição de 1824 – Funcionou durante todo o período Imperial (1824–1889).
● Constituição de 1891 – 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 – 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 – 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 – 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 – 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 – 6ª Constituição da República

Monarquia, é em todo mundo o melhor Sistema de Governo

Apesar de todos os preconceitos e mentiras disseminados, no decorres dos 127 anos de república, pelos republicanos, imprensa e sistema de ensino brasileiro sobre a monarquia, é em todo mundo o melhor Sistema de Governo. Senão veja: Índice globais de eficiência: I – O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): ele mede a qualidade dos serviços básicos prestados à população: saúde, educação, segurança, saneamento básico e outros; II – O Índice de Democracia: ele mede a qualidade da democracia em cada país; III – O Índice de corrupção global: ele mede o índice de corrupção e honestidade em cada país; Em todos os três índices a república presidencialista apresentou o pior desempenho. o melhor desempenho nos índices foi obtido pelas monarquias parlamentaristas.

(Discurso ao Senado Federal, dezembro de 1914)

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto … Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem …” , “depois de tanto ver triunfar as nulidades”, o grande Águia de Haia iria se lamentar e pedir desculpas por tudo o que havia feito para acabar com a monarquia no Brasil ! Esse espírito foi sintetizado por Rui Barbosa, quando se penitenciava de seu erro histórico. Sua sobriedade lhe permitiu avaliar a situação e dizer: “Havia uma sentinela vigilante, cuja severidade todos temiam, e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade. Era o Imperador Dom Pedro II. ” (Rui Barbosa – Discursos Parlamentares – Obras Completas – Vol. XLI – 1914 – TOMO III – pág. 86/87).

PODER MODERADOR – “PARLAMENTARISMO MONÁRQUICO”

Segundo João Camillo Torres, a razão da existência do Poder Moderador era devido ao fato de que o monarca, pela continuidade dinástica, não fazendo parte de grupos, classes, nem possuindo ligações regionais, não devendo seu poder a partidos, grupos econômicos, não tendo promessas eleitorais a cumprir, não precisando de “pensar no futuro” – o futuro de sua família estará garantido se a paz e a grandeza nacional estiverem preservadas – que não está sujeito à tentação de valer-se de uma rápida passagem pelo seu governo para tirar benefícios e vantagens particulares à custa da nação, deixando o ônus a seus sucessores. Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou ombro a ombro com os EUA, chegando ao status de 4ª potência global. O Brasil do Reinado de Pedro II foi uma nação próspera e internacionalmente respeitada, que detinha a liderança incontestável na América Latina. De 1880 até o Golpe de 1889, a Armada Imperial (Marinha de Guerra) com os navios de guerra mais poderosos do hemisfério ocidental, foi a terceira do planeta, que somada à Marinha Mercante foi a segunda Marinha da terra. O Imperador era amado e venerado pelo povo brasileiro, e respeitado no exterior, tanto pelos seus ideais democráticos liberais e progressista quanto por suas ações. (Escrito por Emanuel Nunes Silva) VISITE A FACE BOOK: Círculo Monárquico de Rio Bonito – http://www.monarquiaja.wordpress.com

VEM PRA RUA

OS MELHORES DO MUNDO

Existe um índice mundial chamado de Índice de Democracia. Ele avalia o nível de democracia de um país e é editado pela Revista The Economist. Vejamos os 10 países mais democráticos em 2011 segundo a revista:
Posição País Índice Forma de governo
1 Noruega 9,80 Monarquia Parlamentarista
2 Islândia 9,65 República Parlamentarista
3 Dinamarca 9,52 Monarquia Constitucional semi-parlamentar
4 Suécia 9,50 Monarquia Parlamentarista
5 Nova Zelândia 9,26 Monarquia Parlamentarista
6 Austrália 9,22 Monarquia Parlamentarista
7 Suíça 9,09 República confederativa
8 Canadá 9,08 Monarquia Parlamentarista
9 Finlândia 9,06 República presidencial-parlamentar
10 Países Baixos 8,99 Monarquia Parlamentarista
É interessante observar que existem 208 países do mundo. Sendo que 164 deles, 79%, são repúblicas, e apenas 44 deles, 21%, monarquias. Apesar disso, as monarquias ocupam 70% do ranking dos 10 países mais democráticos do mundo. Os outros 30% são ocupados por repúblicas parlamentaristas. Observe que não existem repúblicas presidencialistas entre os 10 primeiros lugares. A primeira república presidencialista aparece em 19º lugar, os Estados Unidos, considerado “exemplo” de democracia por muitos
VISITE A FACE BOOK: Circulo Monárquico de Rio Bonito

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