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Arquivo para o mês “agosto, 2016”

RUI BARBOSA – (Discurso ao Senado Federal, dezembro de 1914)

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto … Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem …” ,

depois de tanto ver triunfar as nulidades“, o grande Águia de Haia iria se lamentar e pedir desculpas por tudo o que havia feito para acabar com a monarquia no Brasil !

 Esse espírito foi sintetizado por Rui Barbosa, quando se penitenciava de seu erro histórico. Sua sobriedade lhe permitiu avaliar a situação e dizer:
“Havia uma sentinela vigilante, cuja severidade todos temiam, e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade. Era o Imperador Dom Pedro II. “
(Rui Barbosa – Discursos Parlamentares – Obras Completas – Vol. XLI – 1914 – TOMO III – pág. 86/87).

 

MONTEIRO LOBATO 1918

 

Desde 1889 se discute a mesma coisa, porém, a corrupção não pertence ao político, muito menos ao povo. Trata-se de uma forma de governo perversa que nos leva a corrupção.

A Falta de separação entre Estado e Governo prejudica seriamente as instituições Democráticas no Brasil. Por quê? Quem deveria garantir a democracia, os órgãos de Estado, freqüentemente a sacrifica em prol dos interesses de governo.

Logo, se quisermos que o Brasil se torne um país sério, é indispensável separar o Estado do governo. Para tanto podemos optar pela monarquia parlamentarista. “Segundo as estatísticas recentes, ela é mais eficiente na administração de um país por ser melhor prestadora de serviços públicos, democráticos e eficazes no combate à corrupção, além de barata para o contribuinte.”

Nada elucida melhor o assunto quanto a serem outros tempos e outra gente, do que aqui inserir um trecho do artigo publicado em 1918 e de autoria de Monteiro Lobato, intitulado D. Pedro II.

 

…”O fato de existir na cúspide da sociedade um símbolo vivo e ativo da Honestidade, no Equilíbrio, da Moderação, da Honra e do dever, bastava para inocular no país em formação, o vírus das melhores virtudes cívicas. O Juiz era honesto, se não por injunções da própria consciência, pela presença da Honestidade no trono. O político visava o bem público, se não por determinismos pessoais, pela influência catalítica da virtude Imperial, As respiravam, a oposição possibilizava-se: O Chefe  Permanente das Oposições, estava no Trono. A justiça era um fato: havia no Trono um juiz supremo, incorruptível. O peculatário, o defraudador, o político negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso, o mau cidadão, enfim, e mau por força de pendores congeniais, passava muitas vezes a vida inteira sem incidir num só deslize. A natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à iniqüidade mas sofreava as rédeas aos maus instintos, à simples presença da Equidade e da Justiça no trono.

Ignorávamos tudo isso na Monarquia.

Foi preciso que viesse a república, e que alijasse do trono a Força Catalíca, para patentear-se bem claro o curioso fenômeno.

A mesma gente, – o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado, o mesmo funcionário – até 15 de novembro, honesto, bem intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo a ausência do Imperial Freio, desaçamaram a alcatéia dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí o contraste dia a dia mais frisamente entre a vida nacional sob D. Pedro II e a vida nacional sob a curul republicana.

D Pedro II era a luz do baile.

Muita harmonia, respeito às damas, polidez de maneiras, jóias d’arte sobre os consolos, dando o conjunto, uma impressão genérica de apuradíssima cultura social.

Extingue-se a luz. As senhoras sentem-se logo apalpadas, trocam-se tabefes, ouvem-se palavreados de tarimba, desaparecem as jóias.

Como, se era a mesma gente!!!

Mas gente em formação, com virtudes cívicas e morais em início de cristalização.

Mais um século de luz acesa, mais um século de catálise imperial, e o processo cristalizatório se operaria completo…

Consolidar-se-iam os costumes, enfibrar-se-ia o caráter. E do mau material humano com que nos formamos, sairia, pela criação duma segunda natureza, um povo capaz de ombrear-se com os mais apurados em cultura e civilização.

 

“Para esta obra moderadora, organizadora, cristalizadora, nenhuma forma de governo melhor do quê a Monarquia…”

Chegaram no Brasil os primeiros missionários salesianos

MONARQUIA

A fama de Dom Bosco chegou ao Brasil onde a Princesa Isabel, herdeira do trono, defrontava-se com um sério problema. Ela estava determinada a abolir a escravidão, mas preocupava-se com o futuro dos escravos, depois de libertos.

A Princesa tinha uma visão muito lúcida desse problema. Compreendeu que somente a formação profissionalizante, novidade que Dom Bosco havia lançado no Norte da Itália, poderia ser adequada para assegurar, aos libertos do cativeiro, uma adequada inserção na sociedade brasileira.

A Princesa escreveu a Dom Bosco, pedindo que mandasse missionários para o Brasil e oferecendo-se para ajudar. Houve uma troca de cartas entre o Santo Italiano e a Princesa brasileira. E efetivamente, em 1881, chegaram no Brasil os primeiros missionários salesianos, instalando-se em Niterói, em terreno conseguido pela Princesa Isabel. Tinha assim início a grandiosa obra educadora e missionária dos salesianos no Brasil.

Infelizmente, a proclamação da República impediu a Princesa Isabel de realizar os grandiosos projetos que tinha concebido para seu reinado, no Brasil. E a Lei Áurea não teve o desenvolvimento natural, que seria a integração dos ex-escravos na sociedade brasileira, na posição de dignidade a que faziam jus. Infelizmente, a realização plena da obra redentora da Princesa foi abortada no fatídico dia 15 de novembro de 1889.

Acompanha esta e outras matérias da atualidade no Boletim Herdeiros do Porvir.

Machado de Assis, monarquista por Adelto Gonçalves – publicado em 13/1/2007.-

Que a proclamação da República a 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, não foi um ato dos mais brilhantes da nossa História nem todo brasileiro sabe. Por isso, não custa lembrar que foi, isso sim, um golpe militar muito mal organizado que teve tudo para dar errado, inclusive falta de apoio do povo que assistiu bestializado aos acontecimentos, sem entender o que se passava, segundo o testemunho isento de um republicano da época e ministro do governo provisório, Aristides Lobo.

 

Um exemplar da Gazeta de Notícias, de 16/11/1889, que tenho aqui ao lado já em frangalhos, conta, em sua primeira página, que por pouco a República não foi pelo ralo. E só não o foi por causa da má pontaria do barão de Ladário, ministro de D.Pedro II, que, intimado pelo general Deodoro da Fonseca a entregar-se, sacou do bolso um revólver e deu-lhe um tiro, que, porém, desviou-se. Em seguida, praças do exército que acompanhavam o general revidaram, ferindo o ministro, que seria transportado de maca para o palacete do Itamaraty, na Rua Larga de São Joaquim e, em seguida, para sua residência no Cosme Velho.

 

Eram assim aqueles tempos. A República nascia aos trambolhões pelas mãos de um general que, até então, havia jurado lealdade eterna ao monarca. E que, ao que tudo indica, só se decidiu por colocar a tropa na rua porque, militar mais velho e de mais alta patente, temia que outros mais jovens e afoitos tomassem à sua frente no movimento. Pela Rua do Ouvidor naquela sexta-feira, grupos de patriotas, como diz o jornal, ergueram vivas à república e alguns poucos distintos cidadãos proferiram discursos. A maioria, porém, estava mesmo era ansiosa pelas notícias sobre a sorte do imperador. Parece que foi só.

 

Naquele dia, as pessoas de poder e cultura, na maior parte, evitaram sair de casa. Ou, se saíram, logo retornaram porque nada funcionou. A maioria não viu com bons olhos aquela aventura, pois, como se sabe, a questão não é saber como começa um golpe de força, mas sim como acaba. Depois de 117 anos, não se pode dizer que a República brasileira, que conhecemos até aqui, tenha tido uma trajetória digna: pelo menos cerca de 38 anos foram de arbítrio, perseguições e atentados ao estado de direito. Sem contar que a anarquia militar tem sido a regra. Os tempos de hoje, de sossego na caserna, são uma bem-vinda exceção, aliás.

 

Entre as pessoas que acompanharam, céticas e preocupadas, o desenrolar dos acontecimentos de 1889 estava um funcionário régio, de 50 anos de idade, o escritor Machado de Assis (1839-1908). Era vizinho do barão de Ladário no Cosme Velho e não lhe deve ter passado em branco o estado de saúde do ex-ministro — atingido por tiros em quatro lugares. Que Machado de Assis não apoiava a República, pode-se facilmente deduzir das crônicas que publicou na imprensa carioca antes e depois do 15 de novembro de 1889.

 

Quem tiver interesse pelo assunto não deve deixar de ler Por um novo Machado de Assis, livro recém-lançado do professor inglês John Gledson, especialmente os ensaios “Bons dias!”, “O patriotismo de Machado de Assis” e “A semana 1892-3: uma introdução aos primeiros dois anos da série”. Com a percuciência que já exibiu em outros grandes trabalhos sobre o maior romancista brasileiro de todos os tempos, Gledson mostra que, embora cauteloso em assuntos de política, Machado nunca escondeu sua preocupação com a atuação exaltada dos republicanos.

 

Se a monarquia de D.Pedro II não havia sido o melhor dos mundos, Machado temia que a República pudesse ser muito pior. Dois anos depois daqueles acontecimentos no quartel-general que redundaram em quatro tiros em seu vizinho, ao começar a escrever crônicas dominicais para a Gazeta de Notícias, o romancista já testemunhara a confirmação de seus piores temores: como diz Gledson, tinha previsto com acerto que o federalismo só daria poder às oligarquias locais e destruiria toda esperança de democracia que pudesse ser abrigada por republicanos históricos e idealistas.

 

Sem o poder moderador do imperador, o Brasil encontrava-se na iminência de seguir o caminho de seus vizinhos hispano-americanos, retalhados e divididos em republiquetas sem expressão. Machado sabia que, bem ou mal, fora o poder monárquico que conseguira manter a unidade nacional, ligando pelo idioma regiões tão distantes umas das outras. Fora o centralismo da monarquia e seus poderes imperialistas, mais a intrepidez de um povo acaboclado, que atirara os espanhóis em direção ao Pacífico.

 

Agora, nas mãos dos militares, o Brasil vivia à matroca: não havia paz nem parlamento nem partidos. “Com o parlamentarismo tivemos longos anos de paz pública”, suspirava o cronista no dia 21/8/1892. Afinal, o primeiro ano da República fora marcado por uma febre de negócios e de especulação financeira, o chamado Encilhamento, como resultado de fortes emissões e facilidades de crédito. Muita gente perdera dinheiro, enquanto alguns espertalhões se locupletaram com os favores do novo poder.

 

No início de 1891, estourou a crise, com a falência de estabelecimentos bancários e empresas. Eleito presidente por um Congresso manietado, Deodoro logo entrou em crise com congressistas que se recusavam a lhe conferir maiores poderes. Fez o que todo ditador faria: fechou o Congresso, prometendo novas eleições. Sem condições de governar, renunciaria a 23/11/1891, deixando o posto para o seu vice, o general Floriano Peixoto, que até então nada mais fizera do que conspirar contra o titular. Foi pior. Floriano, em abril de 1892, prendeu mais de 150 pessoas, encarcerando algumas e desterrando outras, disseminando o “terror político”, na definição de Machado.

 

O resultado foi que, em fevereiro de 1893, estourou no Rio Grande do Sul uma guerra civil entre federalistas e legalistas, ambos os grupos liderados por caudilhos no pior estilo latino-americano. Por último, no auge da anarquia militar que caracterizou a república nascida da espada, o almirante Custódio de Melo, que fora decisivo na demissão de Deodoro, pensava agora mandar Floriano para casa. Içou a bandeira da revolta na baía da Guanabara, mas o que conseguiu foi endurecer ainda mais o governo de Floriano.

 

Diz Gledson que é provável que Machado de Assis odiasse não só Deodoro como Floriano, “o primeiro por causa da corrupção associada ao Encilhamento; o segundo pela intolerância e pelas tendências ditatoriais”. Para o escritor, a cisão em si e a ameaça de guerra civil eram mais importantes do que quaisquer outras questiúnculas

 

Quem já leu Machado de Assis conhece bem seu pessimismo, resultado provavelmente de suas leituras de Arthur Schopenhauer. O escritor sabia que quem mandava, de fato, por trás dos militares que haviam dado um pontapé no traseiro de D.Pedro II, mandando-o para a Europa, eram os fazendeiros de São Paulo e Minas Gerais e uma classe de proprietários, comerciantes e atravessadores do Rio de Janeiro. O que o preocupava, porém, eram as rupturas no seio dessa oligarquia, que poderiam levar a um colapso da ordem e à ditadura mais deslavada.

 

Sabia que os homens nunca compartilham o poder de boa vontade: tenham o que tiverem, quererão sempre mais, advertiu numa crônica de 26/2/1893. Por isso, imaginava que um sistema representativo seria sempre o menor dos males. Em suas crônicas desse período e até mesmo em seu romance Esaú e Jacó, publicado em 1904, não disfarça a nostalgia que sente do antigo regime que permitia, pelo menos, aos governos mudar pacificamente e com alguma aparência de ordem. “Assim aconteceu até 1889 com a monarquia e não há razão para que não aconteça depois de 1889, com a República”, escreveu.

 

Até então, o mundo, para Machado de Assis, parecera sempre mais estável. Fizera carreira no funcionalismo, na maior parte do tempo no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, chegando a ocupar o cargo de oficial de gabinete do ministro, em 1881. À época da proclamação da República, fora nomeado diretor da Diretoria do Comércio, um cargo altamente honroso para quem era neto de escravos alforriados.

 

Na verdade, não tinha muito do que se queixar da monarquia, que lhe abrira as portas para a ascensão social. Com a República, esse mundo fora virado às avessas: por ter apoiado na véspera um ou outro militar, muitos perdiam o emprego. Portanto, não seria recomendável ao cronista Machado de Assis escrever com desenvoltura, sem travas no pensamento. Como assinala Gledson, Machado escrevia para um mundo que cada vez mais detestava, à medida que envelhecia.

Economista Ohanes Kabderian Entrevista

01 • Ohanes Kabderian aos 6:28 do Vídeo – 2ª Parte: O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (…)
02 • Aos 7:40 do Vídeo – 2ª Parte: Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (…) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (…). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (…) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil…
03 • Aos 8:40 do Vídeo – 2ª Parte: Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres… Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª part
Economista Ohanes Kabderian
04 • Aos 4:48 do Vídeo – Última Parte: Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos… O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (…). A falta de conhecimento do povo infelizmente… Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país… Isso é uma subtração de conhecimento. (…)
05 • Aos 7:05 do Vídeo – Última ParteQueremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (…) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (…) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu… O que nos foi tomado.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – Última Parte
“Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil.”
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos políticos republicanos… Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
“O Monarca pensa nas próximas gerações… Enquanto o Presidente pensa nas próximas eleições”

Lula no FORO de SÃO PAULO em Caracas (Venezuela):

Que Deus tenha piedade de nós…

Quando o Supremo Tribunal Federal, a mais alta instância do Poder Judiciário do Brasil que acumula competências típicas de Suprema Corte e Tribunal Constitucional, que tem função institucional fundamental de servir como guardião da Constituição Federal, e por isso julga as inconstitucionalidades, não é mais lei, cabe então as Forças Armadas que tem como missão garantir os poderes constitucionais, a lei, a ordem, a integridade da nação e conseqüentemente a Soberania Nacional… Tomar uma atitude, que resulte numa enérgica ação, para defender a nação Brasileira destas vulnerabilidades, que as inconseqüências de algumas mentes obscuras, culminou em produzi-las.


O Supremo Tribunal Federal
Quanto mais “Merda” fizerem na atual conjuntura… Melhor.

http://www.youtube.com/watch?v=podqKi-q04w&feature=related

Emanuel Nunes Silva
18 de julho de 2012

Por que esta República não admite logo que fracassou?

Existe uma grande Dívida Genocida Histórica que esta República tenta a todo custo criminosamente apagar da memória da nação, fingindo que nunca existiu. Em 15 de novembro de 1889, alguns Conspiradores Traidores da Pátria, todos membros da Maçonaria, perdidos nas suas lucubrações, influenciados por Regimes alienígenas às Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, talvez acreditando que faziam grande coisa pelo Brasil, promoveram a ruína quando inventaram a primeira e mais sanguinária Ditadura Militar da História do Brasil. Cenário em que 150.000 brasileiros foram covardemente assassinados (inclusive anciões, mulheres e crianças) pela brutal imposição repressiva republicana nos seus sete primeiros anos de fracassos, numa época em que a população brasileira era de apenas 17.400.000 habitantes. 1.650.000 de mortos quantitativamente proporcionalmente a população de 2012.

Hoje por diversas razões estranhas, muitos doutrinados zumbizados… Lobotomizados desde tenra idade nas escolas, e outros por interesses obscuros; consideram mais extraordinário e relevante os 400 mortos dos 20 anos da última Ditadura Militar, sendo que a maioria deles eram Terroristas ou Guerrilheiros. Situação bem diferente das vítimas do genocídio executado pela violenta repressão do primeiro Governo Ditatorial Republicano, no seu curto período inicial de 7 anos.

  • Com estas soluções macabras associadas às suas incompetências, ingerências…A República se encarregou por reduzir o respeitável estável soberano Império do Brasil, considerado a nação mais democrática e liberal no seu tempo, que ombreava com as três potências do Planeta, auma nação de terceira categoria hoje pertencente a um Terceiro Mundismo que inventaram, para justificar seus fracassos, onde a Classe Política Brasileira se deleita num colossal esgoto moral, Paraíso das Organizações Criminosas do Poder Constituído.

Essa Gente perdida nas alucinações das suas ilimitadas medíocres ambições… Intelectualmente masturbam-se continuamente se dispondo com mau-caratismo do Erário. Requintado alimento dos seus insaciáveis sórdidos prazeres, onde todos se lambuzam nas suas lambanças… Estas prolongadas inconsequentes descaradas delinquências inconstitucionais, engessa o progresso e assassina milhões de brasileiros.

  • Esta decadente Classe Política com suas imundices, destrói o maior tesouro da nação na sua essência com o mau-caratismo dos seus exemplos, por estarem aliciando crianças e jovens que amanhã estarão fazendo pior do que estes em quem se espelham no presente. Isso é crime de Traição à Pátria. Lesa Pátria. Que além de colocar em risco a Soberania Nacional, degrada qualquer nação a partir da destruição moral da sua reserva humana.

Abutres Ébriados

Emanuel nunes Silva – 08 de janeiro de 2013

MANIFESTO”FORA REPÚBLICA – COPACABANA RJ. 31 DE MARÇO 2016

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