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Modelo intervencionista pro passivo

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

O Brasil não adotou o modelo social. Adotou o modelo intervencionista pro passivo. O que é isso? É o comunismo com nova roupagem. O Estado desejoso de determinar como os particulares devem pensar e agir.
Nesse caso, o Estado não respeita a liberdade do cidadão. Quer votar por ele. Quer pensar por ele. Quer agir por ele. Quer controla-lo como se fosse um robô a seu serviço. Aqui o Estado se considera no direito de invadir o que lhe devia ser estranho: a vida íntima e privada das pessoas. A liberdade de pensar e agir conforme queira.
Nesse modelo, o Estado busca atacar as liberdades básicas, os direitos fundamentais. E tudo sob a desculpa já bem conhecida no comunismo: “pelo bem do povo”.
Não sou filiado a partido político, nem defendo nenhum deles porque não acredito no sistema partidário. Ele não promove a democracia, mas favorece a oligarquia.
Nos últimos anos, o governo brasileiro adotou várias medidas intervencionistas pro passivas. Todas com tendências autocráticas.
As nações que optaram pela autocracia, retiraram o exercício do Poder da mão do povo, sob a desculpa de defender e “beneficiar o próprio povo”. Sempre a mesma história esfarrapada.

Estado Intervencionista: ele se vê como um “grande pai” e trata os cidadãos como crianças pequenas e irresponsáveis.
Todos eles seguiram os mesmos passos, não necessariamente nesta ordem:
a) Concentraram poder num órgão central.
b) Calaram a imprensa.
c) Amordaçaram o Poder Judiciário e o Ministério Público.
d) Tornaram-se Estado Policial. Converteram-se em vigia de todos os passos da vida íntima e privada do cidadão.
e) Passaram a acusar e condenar sem respeito aos princípios do contraditório, da ampla defesa e do juiz natural.
A autocracia (ditadura) é a degradação de uma civilização livre em uma civilização imbecilizada, despersonalizada, autocrática e diluída no populismo transvestido de “política social”.
No Brasil isso é visível.
Fernando Henrique, com todas as ressalvas críticas, tomou algumas medidas liberais que foram benéficas para o Brasil: a introdução do princípio da Eficiência na Administração pública, a Lei de responsabilidade fiscal, o corte de gastos, a reforma da previdência e o investimento em infraestrutura.
Apesar de todas as falhas desse governante e de seu partido, tais medidas propiciaram o crescimento econômico do Brasil a partir de 2002.
Lula colheu os frutos. Usou-os para custear o Estado Intervencionista pro passivo e jogou fora a oportunidade de investir nos serviços trampolim.

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