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Democracia só é possível em países liberais

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

A democracia só foi possível em países que adotaram o liberalismo e ela funcionou melhor, nos que optaram pelo liberalismo social.
Nunca houve países comunistas democráticos. Pelo contrário, todos foram autocráticos (ditatoriais). As maiores atrocidades contra a liberdade e a vida humana foram cometidas nesse regime. Basta se lembrar do Nazismo (Nacional Socialismo), do Fascismo e da falida URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Todos eles fizeram o que fizeram pelo “bem do povo”. O discurso, sempre foi lindo. O problema foi a prática.

Sem liberdade de expressão, a verdade não aparece. Ela é fundamental para o exercício da democracia.
Mas tais regimes não duram muito tempo. Sem livre iniciativa, em algumas décadas o país apodrece. Cria dengue e escorpiões como as águas paradas. Seu desenvolvimento estagna. Sua tecnologia envelhece. Vira peça de museu. E, mesmo a contragosto, se vê obrigado a “liberalizar” algumas áreas da sociedade para não morrer.
Um exemplo é a antiga URSS. Os ex-países membros só voltaram a crescer depois de adotar práticas liberais para economia. Lá eles tiveram que engolir esta verdade: sem o mínimo de liberdade o país não cresce. Ela é vital para o progresso. Sem liberdade, há fome. A luta lá agora é pela liberdade de expressão, ainda tolhida. A China é outro exemplo. Só cresceu porque se liberalizou economicamente. Se tivesse se mantido fechada, ainda estaria na idade feudal. Cuba é outro caso. Começou a abrir as portas e a crescer. Em breve o país superará a fome e a escassez generalizada, para tristeza dos que acusam o capitalismo de ser o grande mal do mundo.
Ainda há líderes retrógrados que seguem a linha do falecido Hugo Chavez. Eles defendem o comunismo e praguejam contra o liberalismo como um câncer a ser destruído. Acusam o empreendedor de “burguês tirano”. Vêem os Estados Unidos como grande problema do mundo.
Em contrapartida, na visão deles de bem inclui-se a escória da humanidade: o ditador Mahmoud Ahmadinejad, presidente da nação terrorista do Irã, que almeja destruir Israel após terminar a bomba atômica. Eles também veneram o presidente aloprado da Coreia do Norte que ameaça iniciar uma guerra nuclear a troco de nada. E, para completar o circo de horrores, eles classificam o governo terrorista do Hamas na Palestina como “legítimo e democrático”.
Qualquer pessoa minimamente inteligente e informada sabe que não há nada de “democrático” em matar quem tem opiniões diferentes da sua, prática comum nesses países. Pessoas simpatizantes dessas nações deveriam ser vistas com desconfiança por quem dá valor a democracia e a liberdade de expressão. Aqui vale a máxima bíblica: “diga-me com quem andas e lhe direi quem tu és” (Mishlê/Provérbios 13:20, Tehilim/Salmos 1:1-6).

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