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Arquivo para o mês “abril, 2013”

O Brasil na contramão da democracia

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

O Brasil, na contramão do bom senso e do progresso, sinaliza trilhar o mesmo rumo. Construir uma república ao estilo venezuelano com os mesmos aliados no cenário internacional (Irã, Coreia do Norte e Palestina). Mas isso é ilusão. Não há outro caminho. As pessoas precisam de liberdade. Os lutadores, os criativos, os que seguem em frente, precisam de recompensa. Mais que os passivos ou os que optam pelo crime. Só assim a sociedade progride. No mais, não faz sentido se destacar em nada, nem de se sobressair em nada, pois tanto faz ser medíocre ou alguém de iniciativa. A recompensa será a mesma. Tal modelo leva ao comodismo e ao desânimo de inovar e empreender. É a semente do desastre econômico futuro.
Quando o petróleo da Venezuela acabar e irá acabar. Ela sofrerá o mesmo que Cuba. O país quebrará e será obrigado, como os demais, a adotar práticas liberais na economia para sobreviver e acompanhar o progresso tecnológico do resto do mundo.
Conclusão

O Brasil caminha feliz rumo ao abismo.
O Brasil caminhar rumo à autocracia e a autofagia econômica não me assusta. Compreendo e aceito: nem todos desejam a liberdade e a vida. Nem todos buscam a sabedoria. Nem todos têm sede de justiça. Por isso somos diferentes dos animais. Eles são racionais. Nós, não. Somos caóticos porque somos livres. Por isso, podemos escolher a destruição, a escravidão, o autoengano, mesmo com as provas diante de nossos olhos e o conhecimento da maldade de tudo isso. Somos livres até quando escolhemos não usar a nossa liberdade.
O que me assusta é o silêncio dos homens livres. Principalmente dos “intelectuais” defensores do “Estado Democrático de Direito”. Eles consideram bom e desejável o surgimento do grande líder supremo, o ditador. O líder que pisará o Congresso Nacional e porá o “burguês tirano” no seu lugar. O líder que, sozinho, resolverá todos os problemas e tornará todos absolutamente iguais e com os mesmos direitos. O líder que rasgará a Constituição pelo “bem do povo” e fará tudo a sua maneira.
Ironicamente, no Brasil, o golpe derradeiro contra a liberdade será dado com apoio do povo. Ele aplaudirá e idolatrará o déspota. Sorrirá para o carrasco de sua liberdade. E no futuro, quando o país estiver arrasado pelas agruras da má escolha, os que tiverem juízo olharão para traz e não acreditarão como conseguimos ser tão estúpidos, tão descuidados e tão cegos. E o pior: com alegria e satisfação doentias.

Democracia só é possível em países liberais

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

A democracia só foi possível em países que adotaram o liberalismo e ela funcionou melhor, nos que optaram pelo liberalismo social.
Nunca houve países comunistas democráticos. Pelo contrário, todos foram autocráticos (ditatoriais). As maiores atrocidades contra a liberdade e a vida humana foram cometidas nesse regime. Basta se lembrar do Nazismo (Nacional Socialismo), do Fascismo e da falida URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Todos eles fizeram o que fizeram pelo “bem do povo”. O discurso, sempre foi lindo. O problema foi a prática.

Sem liberdade de expressão, a verdade não aparece. Ela é fundamental para o exercício da democracia.
Mas tais regimes não duram muito tempo. Sem livre iniciativa, em algumas décadas o país apodrece. Cria dengue e escorpiões como as águas paradas. Seu desenvolvimento estagna. Sua tecnologia envelhece. Vira peça de museu. E, mesmo a contragosto, se vê obrigado a “liberalizar” algumas áreas da sociedade para não morrer.
Um exemplo é a antiga URSS. Os ex-países membros só voltaram a crescer depois de adotar práticas liberais para economia. Lá eles tiveram que engolir esta verdade: sem o mínimo de liberdade o país não cresce. Ela é vital para o progresso. Sem liberdade, há fome. A luta lá agora é pela liberdade de expressão, ainda tolhida. A China é outro exemplo. Só cresceu porque se liberalizou economicamente. Se tivesse se mantido fechada, ainda estaria na idade feudal. Cuba é outro caso. Começou a abrir as portas e a crescer. Em breve o país superará a fome e a escassez generalizada, para tristeza dos que acusam o capitalismo de ser o grande mal do mundo.
Ainda há líderes retrógrados que seguem a linha do falecido Hugo Chavez. Eles defendem o comunismo e praguejam contra o liberalismo como um câncer a ser destruído. Acusam o empreendedor de “burguês tirano”. Vêem os Estados Unidos como grande problema do mundo.
Em contrapartida, na visão deles de bem inclui-se a escória da humanidade: o ditador Mahmoud Ahmadinejad, presidente da nação terrorista do Irã, que almeja destruir Israel após terminar a bomba atômica. Eles também veneram o presidente aloprado da Coreia do Norte que ameaça iniciar uma guerra nuclear a troco de nada. E, para completar o circo de horrores, eles classificam o governo terrorista do Hamas na Palestina como “legítimo e democrático”.
Qualquer pessoa minimamente inteligente e informada sabe que não há nada de “democrático” em matar quem tem opiniões diferentes da sua, prática comum nesses países. Pessoas simpatizantes dessas nações deveriam ser vistas com desconfiança por quem dá valor a democracia e a liberdade de expressão. Aqui vale a máxima bíblica: “diga-me com quem andas e lhe direi quem tu és” (Mishlê/Provérbios 13:20, Tehilim/Salmos 1:1-6).

O povo brasileiro não quer a democracia

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

Os desejos do PT em relação à poda da liberdade de expressão não surpreendem. O povo aprovou a corrupção governamental por meio de seu silêncio e de sua passividade e já sinalizou não querer a democracia.
Como? Através da omissão.

Democracia dá trabalho. O povo prefere o comodismo.
O povo não tem o hábito de participar da política no dia-a-dia. Quando muito, só fala. Agir mesmo nada. Ninguém quer participar das reuniões de bairro. Ninguém quer ir à Câmara de Vereadores para acompanhar os trabalhos. Até mesmo uma reunião de condomínio, algo de interesse mais direto, sofre essa dificuldade. Ninguém quer participar. E caso alguém tente mobilizar o povo para qualquer coisa de interesse dele, será considerado o chato e muitos lhe olharão com cara feia. Os que reclamam, só reclamam. Eles não buscam os meios jurídicos adequados para resolver o problema. Preferem “deixar para lá”.
O povo só se mobiliza para aquilo que apela para os instintos mais baixos como usar drogas ou fazer sexo. Quando o assunto é civismo, educação, saúde e outros de relevância coletiva, o silêncio é brutal.
O imobilismo é o oposto da democracia.
O povo só participa das eleições porque o voto é obrigatório. Se não fosse, as eleições seriam um desastre devido à baixa participação popular.
Democracia dá trabalho e o povo não quer se esforçar. Desde a infância foi educado para ser pro passivo. Não quer fazer nada. Deseja que alguém faça por ele. Assim pensa: “se o Estado administrar sozinho, será um alívio. Sobrará mais tempo para novela e para o futebol. Não será necessário perder tempo com política, essa coisa chata que só toma tempo e não leva a lugar nenhum. Congresso só serve para roubar, melhor deixar tudo na mão do salvador de plantão, o ditador”.
Democracia exige participação. Atitude. Vontade de vencer. Ela exige, no fundo, iniciativa. Qualidade escassa no povo brasileiro. Ele não se importa com política e se sente ofendido quando chamado a opinar sobre o assunto. O governo sabe disso. Motivo pelo qual o voto é e continuará obrigatório. Caso contrário, ficaria descarada a falta de legitimidade das eleições brasileiras.

Sinais de que o Brasil caminha rumo à autocracia (ditadura)

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

Esse cenário não é uma utopia. Ele é bem real.
Primeiro. Liberdade para votar e ser votado. Isso já não existe há muito tempo e o povo está feliz, inclusive os defensores do “Estado Democrático de Direito”.
Segundo. Desarmamento. Nenhum cidadão pode ter armas. Os discursos em prol dessa tese são lindos e utópicos. Na prática, os bandidos continuam bem armados (muitas vezes mais que a Polícia). E quando o Estado der o golpe, e dará, não haverá ninguém armado para resistir.
Terceiro. Liberdade de crença. Sobre o assunto, há o PNDH-3 em andamento desde 2009. Ele busca implantar o ateísmo como religião oficial de Estado. Vale a pena lembrar: Estado laico não é Estado ateu. Estado laico não persegue religiosos, nem irreligiosos. Ele é imparcial e respeita às crenças e às descrenças diversas.
Por que o Estado intervencionista se preocupa com sua fé? Simples: a fé é a força mais poderosa da Terra. Ela é a principal formadora de opinião. Ela incute princípios em quem a pratica. Ela é mais influente que a TV, a internet e qualquer outra forma de comunicação. Ela é soberana. Por isso, os Romanos, quando tentaram levantar novamente o império, criaram uma religião, ao invés de fundar escolas. Motivo: a fé leva o homem a agir muito mais que qualquer outro meio. Os políticos sabem disso, por isso desejam o ateísmo como religião de Estado. Fica muito mais fácil controlar o povo quando não há instituições religiosas para “incomodar” com “princípios arcaicos”, “contrários ao bem do povo”. Napoleão e os Nazistas também pensavam assim…
Quarto: Liberdade de ir e vir. Se o povo ficar calado, a partir de 2013 todos os veículos serão chipados. O Estado terá total controle do local para onde você vai, de onde veio e que horas. Ele saberá todos os seus hábitos de transporte. Enfim: privacidade zero. E tenta adivinhar qual será o próximo passo? Sim, chipar você desde o nascimento! E o motivo, o mesmo de sempre: “pelo bem do povo”, “pela segurança”.
Quinto: Liberdade de Expressão. O PT já sinalizou. Se Dilma for reeleita em 2014, fará drásticas mudanças na liberdade de imprensa. Isso não é papo. Se você duvida, veja os vídeos feitos e divulgados pelos próprios deputados do PT. Assista e tire suas próprias conclusões. Preste bem atenção como eles consideram o líder supremo alguém intocável e acima da lei.
Sexto: Recentemente, o PCdoB lançou um manifesto em apoio à Coreia do Norte. E, segundo o partido, o documento também foi assinado pelo PT, PSB e 16 movimentos sociais (MST, UNE, CUT e outros). Qualquer pessoa minimamente responsável teria vergonha de apoiar a Coreia do Norte, país que deseja iniciar uma guerra nuclear a troco de nada. No entanto, no Brasil, há milhões de pessoas expertas que não ligam para isso. E, se uma guerra estourar, todos os Brasileiros irão sofrer (merecidamente) por ter escolhido o aliado errado. Não há nada mais perigoso, em política, que um povo otário e feliz.

Golpe de estado com apoio popular: objetivo da doutrina pro passividade

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

E o que o Estado espera dessa “troca sem contrapartida”? Ele quer calar a sua boca para aplicar o golpe fatal. Qual? Tirar as suas liberdades fundamentais: liberdade de crença, liberdade de pensamento, liberdade de ir e vir. Podar a sua criatividade para vencer na vida, conforme julgue melhor. O estado quer fazer de você um robô sem liberdade. E para tornar a coisa mais suave, trocou as palavras. Ao invés de falar abertamente em ditadura e perseguição ideológica, usa termos como “controle social” e “bem de todos”. Veja este vídeo de exemplo:
É assim que todos os governos autocráticos agem. Primeiro, oferecem vantagens paradisíacas, enquanto concentram poderes. Depois, escravizam-lhe. E aí, para sair do buraco, só através da guerra civil e de muito sangue derramado. Gerações inteiras serão perdidas.
E de quem é a culpa? É do povo que abriu mão de sua liberdade por pura preguiça, por passividade. E o pior: em troca de esmolas.

A doutrina da pro passividade e a inversão dos valores.

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

A pro passividade é uma doutrina quase religiosa. Ela ensina ao povo a ser irresponsável e a esperar que o Estado ou outro faça tudo por ele. O Estado deve alimentar, vestir e dar um local para o cidadão morar. O Estado deve “dar” um emprego para ele ter um meio de vida. O Estado deve “dar” direitos, dar recursos. Enfim: dar, dar e dar.

Bolsa família: a compra de votos legalizada.
E se o Estado não der? A doutrina diz: você tem carta branca para cometer crimes. E dizem mais: o criminoso é um coitado que não teve oportunidades. A culpa do crime é do Estado e da sociedade. O criminoso não tem culpa. Por que dizem isso? Para eles o cidadão é um fracassado incapaz de vencer na vida, de superar obstáculos. Para eles, o homem é apenas um animal sem liberdade totalmente determinado pelas circunstâncias. Por isso, eles tendem a igualar o homem ao animal.
Eles acreditam ser “direito do cidadão” receber, receber e receber, passivamente, sem nenhuma obrigação. Nenhuma responsabilidade. Nenhum dever de lutar pelo que precisa. Assim, se ele deixar de receber algo, ele passa ter o “direito” e a “justificativa” de se tornar um criminoso.
Essa é a política pro passividade. Política perversa que torna o criminoso num “cidadão de bem sem oportunidades” e o empreendedor num “burguês explorador do homem de bem”. Percebeu a inversão de valores?
O empreendedor, mesmo num mar de burocracia, dificuldades e alta tributação imposta pelo Estado, optou pela luta. Ele seguiu em frente, inovou, criou soluções e gerou empregos produtores de renda e de impostos. Esse homem é tido como um “cruel explorador”, um “burguês” escravizador do proletariado. Paralelamente, o bandido é tratado como uma “vítima”. A cigarra da fábula de Esopo tornou-se alguém a quem todos devem dar tudo. Mesmo quando ela nada merece.

Medidas antidemocráticas adotadas pelo Brasil nos últimos anos

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

Apesar dessas medidas positivas, Fernando Henrique favoreceu a concentração de Poderes na mão da Presidência da República e da União em prol do enfraquecimento da ação municipal e estadual. Lula continuou o processo e foi além: tentou amordaçar o Poder Judiciário com a criação do Conselho Nacional de Justiça. E a tendência é a mordaça se tornar ainda mais apertada.
Depois do Lula, tivemos processos sem respeito ao contraditório e à ampla defesa, caso do Desembargador José Eduardo Carreira Alvim. Tal absurdo não despertou a indignação “dos defensores” do Estado Democrático de Direito.
Sim, já nos tornamos um país imbecilizado, despersonalizado, diluído no “social”, no “politicamente correto”. A educação brasileira é dominada por picaretas que não se importam com a verdade. Não existe pensamento livre no Brasil. Existem escolas de doutrinação comunista. Desde o Ensino Fundamental às Universidades é disso que se fala e quem pensa diferente é perseguido como “herege”, “burguês” ou “tirano”.

Modelo intervencionista pro passivo

Por: Francisco S. Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

O Brasil não adotou o modelo social. Adotou o modelo intervencionista pro passivo. O que é isso? É o comunismo com nova roupagem. O Estado desejoso de determinar como os particulares devem pensar e agir.
Nesse caso, o Estado não respeita a liberdade do cidadão. Quer votar por ele. Quer pensar por ele. Quer agir por ele. Quer controla-lo como se fosse um robô a seu serviço. Aqui o Estado se considera no direito de invadir o que lhe devia ser estranho: a vida íntima e privada das pessoas. A liberdade de pensar e agir conforme queira.
Nesse modelo, o Estado busca atacar as liberdades básicas, os direitos fundamentais. E tudo sob a desculpa já bem conhecida no comunismo: “pelo bem do povo”.
Não sou filiado a partido político, nem defendo nenhum deles porque não acredito no sistema partidário. Ele não promove a democracia, mas favorece a oligarquia.
Nos últimos anos, o governo brasileiro adotou várias medidas intervencionistas pro passivas. Todas com tendências autocráticas.
As nações que optaram pela autocracia, retiraram o exercício do Poder da mão do povo, sob a desculpa de defender e “beneficiar o próprio povo”. Sempre a mesma história esfarrapada.

Estado Intervencionista: ele se vê como um “grande pai” e trata os cidadãos como crianças pequenas e irresponsáveis.
Todos eles seguiram os mesmos passos, não necessariamente nesta ordem:
a) Concentraram poder num órgão central.
b) Calaram a imprensa.
c) Amordaçaram o Poder Judiciário e o Ministério Público.
d) Tornaram-se Estado Policial. Converteram-se em vigia de todos os passos da vida íntima e privada do cidadão.
e) Passaram a acusar e condenar sem respeito aos princípios do contraditório, da ampla defesa e do juiz natural.
A autocracia (ditadura) é a degradação de uma civilização livre em uma civilização imbecilizada, despersonalizada, autocrática e diluída no populismo transvestido de “política social”.
No Brasil isso é visível.
Fernando Henrique, com todas as ressalvas críticas, tomou algumas medidas liberais que foram benéficas para o Brasil: a introdução do princípio da Eficiência na Administração pública, a Lei de responsabilidade fiscal, o corte de gastos, a reforma da previdência e o investimento em infraestrutura.
Apesar de todas as falhas desse governante e de seu partido, tais medidas propiciaram o crescimento econômico do Brasil a partir de 2002.
Lula colheu os frutos. Usou-os para custear o Estado Intervencionista pro passivo e jogou fora a oportunidade de investir nos serviços trampolim.

Modelo intervencionista pro passivo

Por Francisco Teixeira
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João Del-Rei, MG

O Brasil não adotou o modelo social. Adotou o modelo intervencionista pro passivo. O que é isso? É o comunismo com nova roupagem. O Estado desejoso de determinar como os particulares devem pensar e agir.
Nesse caso, o Estado não respeita a liberdade do cidadão. Quer votar por ele. Quer pensar por ele. Quer agir por ele. Quer controla-lo como se fosse um robô a seu serviço. Aqui o Estado se considera no direito de invadir o que lhe devia ser estranho: a vida íntima e privada das pessoas. A liberdade de pensar e agir conforme queira.
Nesse modelo, o Estado busca atacar as liberdades básicas, os direitos fundamentais. E tudo sob a desculpa já bem conhecida no comunismo: “pelo bem do povo”.
Não sou filiado a partido político, nem defendo nenhum deles porque não acredito no sistema partidário. Ele não promove a democracia, mas favorece a oligarquia.
Nos últimos anos, o governo brasileiro adotou várias medidas intervencionistas pro passivas. Todas com tendências autocráticas.
As nações que optaram pela autocracia, retiraram o exercício do Poder da mão do povo, sob a desculpa de defender e “beneficiar o próprio povo”. Sempre a mesma história esfarrapada.

Estado Intervencionista: ele se vê como um “grande pai” e trata os cidadãos como crianças pequenas e irresponsáveis.
Todos eles seguiram os mesmos passos, não necessariamente nesta ordem:
a) Concentraram poder num órgão central.
b) Calaram a imprensa.
c) Amordaçaram o Poder Judiciário e o Ministério Público.
d) Tornaram-se Estado Policial. Converteram-se em vigia de todos os passos da vida íntima e privada do cidadão.
e) Passaram a acusar e condenar sem respeito aos princípios do contraditório, da ampla defesa e do juiz natural.
A autocracia (ditadura) é a degradação de uma civilização livre em uma civilização imbecilizada, despersonalizada, autocrática e diluída no populismo transvestido de “política social”.
No Brasil isso é visível.
Fernando Henrique, com todas as ressalvas críticas, tomou algumas medidas liberais que foram benéficas para o Brasil: a introdução do princípio da Eficiência na Administração pública, a Lei de responsabilidade fiscal, o corte de gastos, a reforma da previdência e o investimento em infraestrutura.
Apesar de todas as falhas desse governante e de seu partido, tais medidas propiciaram o crescimento econômico do Brasil a partir de 2002.
Lula colheu os frutos. Usou-os para custear o Estado Intervencionista pro passivo e jogou fora a oportunidade de investir nos serviços trampolim.

Parabéns ao Reino da Espanha pelo combate à corrupção!

Monarquia, Política por Sebastião Marques
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
Mais uma vez a monarquia mostra seu valor. O Reino da Espanha investigou e indiciou 95 pessoas envolvidas em corrupção política na Espanha. Tudo por causa de um suposto esquema de vendas de alvará de construção na prefeitura da cidade de Marbella.
Incrível! Alguém consegue imaginar algum prefeito brasileiro sendo indiciado por causa de uma “bobagem” como venda de alvarás? Todo mundo vende alvarás… ou finge “não saber” que isso acontece sempre. É prática comum raramente punida na república do Brasil, apesar da lei prometer sanção aos criminosos.
Quase todas as prefeituras brasileiras estão atoladas em corrupção e os prefeitos vereadores, secretários e demais bandidos agem com plena certeza de que nãos serão punidos.
Essa situação de corrupção absurda é favorecida pela república onde o interesse pessoal quase nunca coincide com o interesse da coletividade.
Numa cidade do interior de Minas Gerais, por exemplo, um prefeito furtou R$ 4.000.000,00 e não foi nem será punido. No lugar dele, prenderam um laranja pobre-coitado, sujeito sem capacidade de montar um esquema de corrupção dessa envergadura. O mais incrível é que o ex-prefeito ainda será eleito deputado estadual pela população que o ama. A lei do Ficha Limpa não poderá detê-lo porque nada “ficou provado”, como sempre. Esse é apenas um caso. Há milhares de casos como esse no Brasil. Ou seja: casos de bandidos com “ficha limpa” e “reputação ilibada”.

Acredite em papai-noel. É mais fácil que acreditar na república. Alguém poderá por um presente na porta da sua casa e realizar sua fantasia, mas acreditar que os políticos irão renunciar seu interesse pessoal em prol do “bem de todos” é muita fantasia, muito sonho, muita piração. Isso sim é utopia.
A república é uma maravilha para todo tipo de bandido, ladrão e trapaceiro. Na verdade, a república é o paraíso dos larápios. Por isso, a maioria dos bandidos, digo políticos, são a favor da república. É o ganha-pão deles. A melhor forma de enriquecer às custas do povo e com a melhor das intenções possíveis. Não existe político “mal intencionado”, todos possuem a melhor das intenções. O problema, como sempre, é na execução, enfim: na hora de pesar o interesse pessoal (o do político) com o interesse coletivo, (o do povo). E nesse ponto as repúblicas sempre ficaram em desvantagem em relação às monarquias.
O caso das prefeituras atoladas em corrupção é o de menos quando o Brasil tem um governo federal ainda mais corrupto em todos os três níveis: executivos, legislativo e judiciário. Toda semana temos um escândalo novo envolvendo algum senador, membro do Poder Executivo, membro do judiciário e claro, algum deputado. Só no ano de 2009, houve 108 escândalos no Senado. Nenhum foi punido. Neste ano, estamos com 39 escândalos no Senado. Nenhum também punido. Isso porque não contamos os escândalos da presidência da república, da câmara dos deputados e os absurdos do STF.
Claro, também não citamos os governos estaduais. Eles também são pródigos em escândalos e impunidade contra os bandidos de terno. Apesar das cifras milionárias, raramente há punição para os envolvidos. E mesmo assim, quando há, a punição é branda comparado ao “benefício” que o corrupto obtém com o crime. Na pior das hipóteses, o corrupto ficará 2 anos numa cadeia por ter roubado R$ 200.000.000,00.

Acredite na república e nas eleições presidenciais. Ele também acredita.
Aos olhos de qualquer economista isso parece um bom negócio, pois ninguém consegue esse dinheiro trabalhando honesto em dois anos. E o como o dinheiro está em algum paraíso fiscal não rastreável, o corrupto poderá usufruir dele depois que sair da cadeia e tudo “dentro da lei”. Pensando assim, o crime de fato compensa no Brasil. A regra é a impunidade. E quando há punição, ela é muito branda como no caso do deputado federal José Fuscaldi Cesílio que pegou 7 anos de cadeia em regime semi-aberto, ou seja: ele não vai ficar na cadeia. E o bolso, do criminoso, claro, continuará intocado… Ou seja: valeu a pena o crime.
E a situação torna-se mais grave no Brasil porque não existe democracia. E, para piorar, ninguém sabe o que essa palavra significa para poder fazer algo a respeito.
Enquanto isso, no Reino da Espanha, a prefeita corrupta vai pegar 20 anos de prisão e mais 94 pessoas serão julgadas por um “reles” crime de venda de alvarás… Crime que jamais daria em nada no Brasil, já que coisas muito piores nunca dão em nada…
Tudo isso mais uma vez só mostra o porquê a monarquia é muito mais eficiente que a república quando o assunto é combate à corrupção. Há um motivo para combatê-la: o velho e bom interesse pessoal do chefe do Estado: o Rei.

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