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Arquivo para o mês “fevereiro, 2013”

Marechal Deodoro da Fonseca aplicou um golpe militar contra a monarquia, prometendo “libertar” o Brasil do “autoritarismo”. Tão logo conquistou o poder, mergulhou o país em crise econômica grave

Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João del-Rei – MG

Marechal Deodoro da Fonseca aplicou um golpe militar contra a monarquia, prometendo “libertar” o Brasil do “autoritarismo”. Tão logo conquistou o poder, mergulhou o país em crise econômica grave; soltou as rédeas para a corrupção política e cumpriu a palavra premiando o país com a primeira ditadura da história brasileira.
O desastre econômico e social que ainda assola nossa pátria é consequência da traição do Marechal. Ele revelou, como primeiro presidente, o caráter “democrático” da república e, principalmente, como ela é capaz de destruir nações, sob o disfarce de belos discursos.

A Matadeira, peça de artilharia de grosso calibre, empregada pelo Exército Brasileiro em Canudos.
Dizendo proteger a “liberdade”, em 1897, a república massacrou 30.000 sertanejos indefesos em Canudos. Para tal, usaram mais de 10.000 soldados de 17 estados diferentes. Isso com direito a degolar os prisioneiros, e disparar a artilharia contra casebres de pau-a-pique. A cidade foi totalmente destruída e todos os habitantes, mortos.
O governo republicano patrocinou o genocídio porque suspeitou que o povo de Canudos queria restaurar a monarquia. Não se assuste com isso. Na república da “liberdade”, não se tolerava ter posições políticas diferentes, mesmo com apoio popular… Para manter “a ordem”, jornais monarquistas foram fechados e seus defensores, mortos. Um deles foi o jornalista Gentil José de Castro.
O recado foi claro: mesmo se o povo não quisesse, a república ficaria pela força das armas. Enquanto isso, a população amargou calada a violência e a hipocrisia de vários ditadores. Mas não ficou só nisso. Os meios de comunicação e as escolas foram forçados a exaltar os ideais republicanos e difamar o passado monárquico ainda presente no imaginário popular como tempos de avanço e democracia.
Foi preciso a morte da geração anterior para que o povo se acostumasse a aceitar o Brasil como país republicano. Novas pessoas nasceram acreditando que o sonho poderia dar certo. Mas não deu. Em 120anos, sofremos 9 golpes de estado e fomos obrigados a conviver com 13 constituições diferentes.
Atualmente, apesar da abertura democrática, vivemos o caos dramático da corrupção estatal e da falta de caráter dos homens públicos. Sanguessugas, vampiros, mensaleiros tornaram-se coisa comum na política. O povo nem se importa mais. Sabe, no íntimo, que não há como resolver a questão nas urnas. O sistema é cruel: não permite mudar o país através do voto. Aliás, o político que não se adaptar ao jogo, nem consegue ser escolhido nas prévias partidárias para ter a chance de se eleger…
O Presidente Luis Inácio Lula da Silva está aí para não me deixar mentir. Prometeu por décadas defender certos ideais. Depois de eleito, esqueceu dos discursos e esforçou-se para continuar a política da administração anterior. Não nego, ele tem seus méritos, criou o Bolsa Escola: uma forma legal e inteligente de comprar votos. Também é o homem que mais afirma não saber de nada…
Está na hora de acordamos: a república fracassou. Porém, não precisamos ter medo. Não é necessário apelar para outra ditadura. O Brasil tem passado glorioso, basta ver como as coisas andavam antes de 1889, quando o país era monárquico.
À medida que os historiadores pesquisam nosso passado imperial, espantam-se por descobrir como éramos um país forte e equiparado aos do primeiro mundo. Isso nos três sentidos: democracia, economia e defesa nacional. Parece espantoso, mas não é. Basta lembrar que até 1988 era crime defender politicamente a monarquia. A simples menção de um fato glorioso atribuído ao império, mesmo com respaldo documental, poderia ser tachada de subversiva e levar o autor à morte ou ao xilindró. Quando tinha mais sorte, o livro só não era publicado.
Atualmente isso mudou. Os fatos históricos aparecem diariamente e, com eles, mais pessoas que apóiam a monarquia no país inteiro. O movimento cresce e os monarquistas se organizam sob a liderança de Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil e legítimo herdeiro de Dom Pedro II, o último Imperador.
Qual o porquê disso? Saudosismo? Não. O Brasileiro descobriu a receita que faz um bom governante: o interesse pessoal. Ninguém age sem motivo. Numa república, se o presidente não for altruísta, corre o risco de abusar do poder para enriquecer-se à custa da miséria popular. O cargo de presidente exige gente honesta e disposta a renunciar a si mesmo em benefício dos outros. Alô! Isso aqui é o planeta Terra, não é o céu! Aqui é normal buscar o próprio interesse. Pensar que todos são como Jesus Cristo revela muita ingenuidade e imprudência.
Diferentemente de um presidente, o monarca não precisa ser santo para governar o país. Milagre? Não! É a lei do interesse pessoal funcionando em benefício do Brasil. Sem-terra, sem-teto, pobres e doentes representam pouco tributo recolhido para muito dinheiro gasto. As estatísticas provam: povo educado e saudável produz mais e, conseqüentemente, paga mais imposto. Isso é bom para o monarca que aumenta seu poder e popularidade. Também é bom para o país que ganha uma população mais educada, rica e trabalhadora.
Há outras vantagens na monarquia: o imperador tem interesse direto em eliminar a corrupção. Afinal, não é o dinheiro dos outros que está sendo roubado, mas o do Estado. Furtos aí deteriora o poder do monarca e, conseqüentemente, impede-o de realizar investimentos sociais e estruturais para a nação. Enfim, a corrupção prejudica o rei. Por isso, ele esforça-se em combatê-la pessoalmente. O planejamento em longo prazo também é incentivado. Diferentemente das repúblicas, o monarca não precisa vender a alma para garantir sucesso na eleição. O Rei não tem partido.
Ademais, o monarca deixará o país de herança para seus descendentes. E esses não lucram com isso se a nação estiver em crise e o povo morrendo nas filas dos hospitais… Nas monarquias não há o péssimo hábito de deixar obras públicas inacabadas. Quando isso acontece, quem paga é o próprio rei. Já na república, quando os governantes saqueiam os cofres públicos para financiar eleições ou favorecer colaboradores, quem sofre é o povo.
O sistema monárquico também é mais barato. Nele a população só mantém uma família: a real. Na república, o povo sustenta o presidente e todos os ex-presidentes, mesmo que esses só tenham governado um mandato. Aliás, é possível comprar eleições. Entretanto, o dinheiro não é capaz de alterar a sucessão hereditária. Quem não for do sangue, está fora. Isso protege o país contra os grandes grupos econômicos que literalmente compram os candidatos. Essa é outra vantagem: o rei não está à venda.
Interesse é a alma do negócio. Por isso a monarquia tem sido escolhida por muitos como opção viável para o Brasil. O monarca quando busca o próprio bem, favorece a população. Não tem mágica. Para arrecadar mais impostos e gastar menos, deve-se promover crescimento econômico e melhorias sociais. Se o país quebrar, é a cabeça do Rei que rola no cadafalso. Já numa república, o presidente não pode ser punido por administrar mal. No máximo, não é reeleito. Fernando Henrique esqueceu-se de investir em energia elétrica. Quem pagou a conta? Nós. Ele está de consciência limpa e feliz recebendo salário de ex-presidente, auxiliado por mais 4 assessores, carro oficial e gasolina. Tudo isso também pago por nós…
O monarca sabe: para as empresas crescerem, elas precisam de sistema de transporte bom e barato. Claro, povo educado e criativo é indispensável para fazer a máquina andar. Há outros incentivos como sistema tributário simples e segurança pública. Traficante fechando o comércio não contribui para o aumento da arrecadação de impostos, nem para diminuição de despesas com o sistema judiciário repressivo. O mesmo se diz das complicações legais: para o rei é vantajoso que o empresário dedique-se mais ao negócio ao invés de perder tempo e ânimo diante de labirintos tributários e burocracias imbecis. Por quê? Simples: o sucesso do empresário reflete-se no aumento da arrecadação e dos postos de trabalho. Quem trabalha, ganha dinheiro. Quem tem dinheiro, não compra barraco em zona de risco. Compra lote com água, luz, esgoto e asfalto. Não precisa ser adivinho para ver que esse comportamento poupa dinheiro estatal com saneamento básico e urbanização.
A lógica é simples: o rei investe no social porque dá retorno garantido em longo prazo. E aí se tem outra vantagem sobre a república. O monarca interessa-se em facilitar as coisas para seus descendentes, assim como cada um de nós tem o instinto natural de investir em nossos filhos para que sejam pessoas melhores no futuro. Numa república, o presidente é desmotivado a deixar a casa em ordem para o outro, ainda mais se for de partido de oposição.
Os empresários não são bobos, querem ganhar dinheiro. O povo também não é idiota, quer liberdade e conforto. Por isso, o movimento monárquico aumenta todos os dias. O monarca tem motivos para fazer o que promete. Já a república, só conta história…

Fontes:
CARVALHO, José Murilo. A formação das Almas: o imaginário da república no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

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Essas são as principais mentiras sobre a Monarquia no Brasil. Se você acredita em alguma delas, recomendamos ler o artigo: As 11 maiores mentiras da república no Brasil. Você ficará impressionado!

Vença os preconceitos – Com certeza você já ouviu muita coisa ruim sobre a monarquia. Mas você alguma vez já parou para pensar se elas eram mesmo verdadeiras?

Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João del-Rei, MG
Monarquia: mais honesta, menos demagógica.
A Demagogia é a regra da política, principalmente na república. Todos os políticos republicanos alegam defender os princípios mencionados abaixo:
a) “O bem do povo”;
b) “A democracia“;
c) “O Desenvolvimento econômico”;
d) “Políticas sociais”
e) Os “direitos humanos”
Tudo isso enche os discursos dos políticos, mas não passa de papo furado. Qualquer um já sabe.
Esses jargões fazem parte daquele blá, blá, blá que todos estão enfarados de escutar sempre que há eleições ou quando os políticos estão no palanque. Por mais que isso seja alcançado pelas monarquias com mais eficiência que nas repúblicas, não é a busca desses objetivos que a faz funcionar melhor. A monarquia tem motivos mais sólidos, mais sinceros, mais reais em todos os sentidos.

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