monarquiaja

Just another WordPress.com site

Veja o porquê defender a monarquia no Brasil.

Monarquia: porque ela funciona melhor no Brasil onde prevalece a “Lei de Gérson”.
A restauração monárquica é mais vantajosa para o Brasil e não se fundamenta nos falsos motivos que os políticos republicanos alegam, por exemplo:
a) “O bem de todos”;
b) “A democracia”;
c) “Desenvolvimento econômico”;
d) “Políticas sociais”
e) Os “direitos humanos”
E por aí vai todo aquele blá, blá, blá que todos estão enfarados de escutar sempre que há eleições ou quando os políticos estão no palanque. Por mais que isso seja verdade quando o assunto é monarquia, defendê-la com esses argumentos é insuficiente. A monarquia tem motivos mais sólidos, mais sinceros, mais reais em todos os sentidos.
Por exemplo: a supremacia do interesse pessoal, o grande problema das repúblicas; torna-se fator importante no combate à corrupção e na fiscalização do bem público nas monarquias. Isso o povo entende: ninguém rouba ou permite roubar de si mesmo. Ninguém age contra o interesse próprio, enfim: todos querem vantagem. E sempre digo: é mais fácil aproveitar uma característica já enraizada na população do que sonhar em “conscientizar a todos” para que seja diferente. O bom estrategista aproveita as cachoeiras para produzir energia elétrica; já o sonhador, fica esperando que um dia a água pare de cair… Temos que aprender que não dá para lutar contra a natureza. Ou aproveitamos o lado bom dela, ou fatalmente teremos que nadar contra a corrente e aí a derrota será certa.
Os portugueses dominaram o mundo no séc. XVI porque souberam aproveitar a força dos ventos e o conhecimento dos templários proscritos do restante da Europa. Os que se queixaram dos ventos ou tentaram lutar contra a religião da época, perderam a chance de conquistar novas terras. Sempre foi assim. Só vence quem sabe aproveitar a força que domina seu tempo. Atualmente, Portugal é uma nação sem expressividade na Europa porque se deixou seduzir pelo falso ideal republicano. Mário Saraiva, escritor português, explicou o porquê a monarquia é melhor que a república na obra Razões Reais, mas não mencionou o que creio ser o principal motivo: a vantagem pessoal.

Pessoas sadias e normais querem levar vantagem o tempo todo. Ninguém se orgulha de fazer parte de uma turma de fracassados ou ser passado para trás o tempo todo. É da natureza humana querer vencer, superar e conquistar.
A vantagem pessoal é uma dessas leis que todos seguem no Brasil. Muitas vezes, ela é praticada na sua forma mais destrutiva apelidada erroneamente como “Lei de Gérson”. E isso é geral em toda sociedade, por exemplo: o fura-fila; o aluno que cola; o cidadão que suborna o policial; quem pirateia CD de música, filmes e programas de computador; o espertalhão que compra “made in china” no contra-bando porque é mais “barato”; o funcionário que furta materiais da empresa na qual trabalha; o político que furta o dinheiro público para se manter no jogo; o sacerdote que engana seus fiéis para se manter no poder; o marido que trai a mulher e vice-versa, etc. Querer levar vantagem é lei geral e todos creem ter excelentes motivos para justificar os abusos cometidos sob a égide dessa lei…
Por exemplo, durante a leitura deste artigo, será difícil encontrar alguém que esteja usando computador com software original devidamente licenciado ou de uso livre. A maioria usa software pir@t@ sem nenhum remorso de consciência. Para variar, os infratores acreditam ter excelentes motivos para cometer tal crime.
A Ética é importante? Lógico que sim. Aristóteles escreveu a “Ética à Nicômaco”. Livro excelente que recomendo a todos. Mas, querer que as pessoas em geral sejam éticas e, simultaneamente, deixem de “levar vantagem” não é para todos. É só para algumas almas raras. A Graça pela Graça, como dizia Santo Agostinho, é só para os Santos.
Admitindo a lei da vantagem pessoal como condição humana, pelo menos aqui no Brasil, as vantagens da monarquia ficam evidentes quando a comparamos com a república:
O rei não ganha nada com corrupção, pelo contrário, perde. Não só perde dinheiro, como perde poder. E esses fatores são poderosos motivos para que o monarca se disponha a combater pessoalmente a corrupção. Já na república, dá-se o inverso. A corrupção é a fonte financiadora das riquezas pessoais e das eleições políticas. Pedir ao político republicano que a combata, é pedi-lo para não se enriquecer e não viabilizar suas próximas eleições, nem a de seus companheiros. Isso sim é utopia!

Planejamento: monarquias pensam no futuro, planejam em longo prazo porque o cetro precisa ser passado para os descendentes do monarca. Já a república se limita à “próxima eleição”. As grandes decisões vitais para país sempre ficam em segundo plano, salvo, claro, se render algum dinheiro agora…
Numa monarquia, os projetos de longo prazo tem mais probabilidades de serem feitos pelo mesmo motivo. É interesse pessoal do monarca que sua dinastia fique no poder. E, claro, como o “dinheiro é dele”, ele pensa duas vezes para fazer bons investimentos. Já na república, para quê acabar obras e deixar a casa em ordem para o partido inimigo? Planejamento em longo prazo na república. Isso sim é utopia. Motivo: falta de interesse pessoal…
Mesmo nas monarquias parlamentaristas em que o Rei é apenas chefe de estado, a força do monarca é expressiva. Pois ele cobra isso dos parlamentares e dos ministros responsáveis porque é a “cabeça dele” que está em jogo. Mais uma vez, o interesse pessoal – considerado um “demônio” por muitos, é o que torna o Rei muito mais responsável, previdente e estrategista do que qualquer presidente republicano “bem intencionado”.
E se levarmos em consideração que a miséria, a doença e a ignorância popular não fazem reis poderosos, começaremos a entender porque os monarcas têm interesse pessoal em combater essas coisas. Já os políticos republicanos ganham dinheiro com elas: miséria é ótimo para comprar votos em períodos de eleição. Miséria é ótimo para comprar votos com bolsa-família. Burrice e ignorância são as melhores armas para manter o povo “domesticado” para votar nos candidatos que aparecerem mais “bonitos” na televisão. Tem mais: não há “oportunidade” melhor de fraudar obras públicas do que em mega obras de construções. Felizmente, muitas delas são feitas pela metade já com o intuito maquiavélico de garantir um bom motivo para desviar mais verbas para elas posteriormente…
E os impostos então? O que o monarca ganha com um sistema tributário tão avacalhado e complexo como o nosso? Nada. Pelo contrário, ele perde porque o Rei sabe que os empresários ficam travados e pouco competitivos. Em longo prazo isso prejudica a economia e, lógico, o bolso do rei, parte mais sensível do corpo do Rei e das pessoas em geral. Já na república, o importante é o agora. Então, não interessa pensar no futuro de ninguém; nem dos empresários, nem do país. Sem contar que é justamente a complexidade tributária que favorece algumas empresas a sempre ganharem as super fraudadas licitações governamentais… Mais uma vez, para que o político republicano irá combater o que o enriquece? Isso sim é utopia!
Só as obras do PAN, foram superfaturadas em 1500%. Viva a república!

Noruega, Dinamarca e Reino Unido são exemplos de monarquias que investem em tecnologias limpas. Esses países não fazem isso pelo “bem da humanidade”, mas porque a dinastia reinante sabe que sem meio ambiente saudável não é possível passar o cetro para os descendentes. Já as repúblicas manifestam pouco interesse no assunto, salvo, claro, próximo ao período das eleições. Mas tão logos elas passam, os políticos esquecem os discursos. Aliás, esta é a filosofia das repúblicas: para que pensar no futuro se tudo termina nas próximas eleições?
Ainda temos um problema muito mais sério: Sobrevivência da espécie humana. Ela está ameaçada gravemente por falta de condições ambientais favoráveis no futuro: a) falta de água; b) excesso de poluição; c) nível do mar; d) envenenamento da terra, das águas e do ar; e) clima. Para não citar todos. O combate desses problemas exige políticas de longo prazo que jamais serão feitas no Brasil república por absoluta falta de interesse pessoal. O Congresso Nacional está repleto de deputados que são proprietários de fazendas de soja e boi, sem contar, as madeireiras. Utopia é querer que eles deixem de destruir nosso futuro para deixar de se enriquecerem… E, infelizmente, a solução desse problema não pode esperar mais 121 anos. Ou agimos agora ou nossos descendentes morrerão e, inclusive, toda cultura humana neste planeta. Ironicamente, o acordo do clima em Compenhage (2009) falhou porque duas repúblicas (China e Índia) se negaram a abrir mão do interesse financeiro de curto prazo em troca da sobrevivência humana em longo prazo!
Portanto, a monarquia funciona melhor no Brasil por causa da tendência do brasileiro de querer levar vantagem em tudo. Esse argumento não apela para “sentimentos elevados”, nem para utopias do tipo “conscientizar a todos”. Baseia-se em algo simples que as pessoas entendem: o interesse pessoal, o “próprio umbigo” como diz o povo. E tenho observado que quando os empresários e o povo começam a perceber que não é só o Rei que ganha com a monarquia, mas eles mesmos; logicamente eles começam a gostar da ideia. Por quê? Mais uma vez, todos querem levar vantagem.
Seja para o bem ou para o mal, a última coisa que as pessoas pensam é nos outros, e, por consequência, no “bem de todos” e no “bem da nação”. Palavras que os políticos republicanos adoram por nos belos discursos que fazem. Entretanto, só conversa e “boas intenções” não garantem serviços públicos de qualidade, nem ordem social, nem Justiça. Para provar isso, basta andar na rua e olhar ao redor. Falta saúde, falta educação, falta segurança, falta Justiça ao mesmo tempo que sobra canalhice e falta de ética.
Por isso, é preferível uma monarquia parlamentarista na qual o interesse pessoal do Rei produz mais resultados sociais positivos do que todas as “boas intenções” republicanas.
Aos defensores da república faço um desafio: Expliquem como a república pode funcionar no Brasil sem apelar para utopias do tipo “sacrificar-se em prol da nação”, “conscientizar a todos”, “realizar o bem de todos” e etc. Coisas que já estamos cansados de saber que contrariam a natureza de nossa cultura e, consequentemente, não funcionam na prática por aqui.
Números da Monarquia:
Honestidade:
Dos 10 países mais honestos do mundo, 6 são monarquias e os outros 4, repúblicas parlamentaristas. Nenhum deles é república presidencialista. O mesmo número repetiu-se no relatório sobre a corrupção global em 2008. Clique aqui e confira o relatório na íntegra – Idioma Inglês. A tabela começa na página 297 do relatório, ou 327 do arquivo PDF.
No relatório da corrupção global de 2010, as monarquias se superaram. 80% dos 10 países mais honestos em 2010 foram monarquias, contra apenas 20% de repúblicas.
Desenvolvimento Humano:
Dos 10 países com melhor Índice de Desenvolvimento Humano, 6 são monarquias e os outros 4, repúblicas parlamentaristas.Nenhum deles é república presidencialista.
Curiosamente:
* Quantas monarquias há no mundo? Apenas: 44 – 21% dos países
* Quantas repúblicas há no mundo? 164 – 79% dos países.
Apesar disso, 60% dos dois rankings são compostos por monarquias. Coincidência?
E mais:
Desde o início do século XX, das 14 nações que mantiveram regimes democráticos, 11 são Monarquias, 78,5%. As outras 3 são os EUA(República presidencialista) , San Marino e a Suíça (Ambas repúblicas parlamentaristas). Após a II Guerra Mundial, somente 21 países (12,2%) daqueles que existem hoje, mantiveram regime democrático ininterrupto desde 1945. Destes, 14 (66,7%) são Monarquias.
Ou seja, estatisticamente, é notória a precariedade da república presidencialista para manter a democracia. O sistema mais apto é a Monarquia Parlamentar, seguida com dificuldade pela República Parlamentar.Democracia em repúblicas presidenciais é a exceção das estatísticas ao passo que é a regra que prevalece com sucesso nas monarquias parlamentares.
Ditaduras atuais:
• Angola – República Presidencialista.
• Bielorrússia – República Presidencialista.
• China – República presidencialista;
• Coreia do Norte – República Presidencialista;
• Cuba – República presidencialista;
• Egito – República semi presidencialista;
• Gabão – República presidencialista;
• Irã – República presidencialista;
• Líbia – República presidencialista;
• Sudão – República presidencialista;
• Turcomenistão – República presidencialista;
• Zimbabué – República presidencialista;
Todas as ditaduras atuais são repúblicas, e todas são presidencialistas, ao passo que no ranking da democracia, as monarquias ocupam 70% da lista dos 10 países mais democráticos do mundo. Os outros 30% são ocupados por repúblicas parlamentaristas. Enfim: a monarquia parlamentar é a melhor solução democrática disponível no planeta.

Anúncios

Navegação de Post Único

2 opiniões sobre “Veja o porquê defender a monarquia no Brasil.

  1. vanessa Cardoso em disse:

    mtooo boom gosteii Acho que iiso Foii tudo que eu preciisoo para termiinar o que queriia.. Valew e um grande Abraço ‘—————‘

  2. Melhor texto que eu já li em muito tempo, monarquia é a solução deste país.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: