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Arquivo para o mês “dezembro, 2011”

CARACTERISTICAS BÁSICAS DA MONARQUIA E DA REPÚBLICA

CHEFIAS DE ESTADO OU DE GOVERNO

I

Um Monarca garante a unidade, estabilidade, continuidade e planejamento a longo prazo.
Um presidente divide, causa instabilidade institucionais, não predispõe de continuidade e se preocupa com a próxima eleição.
II
Um Monarca estimula a democracia, a liberdade autentica. O desenvolvimento e a formação de uma elite política, empresarial, acadêmica e cultural.
Um presidente geralmente demonstra pouca afinidade com a democracia, tolera quando não restringe a liberdade e desencoraja a formação de uma elite que não esteja diretamente ligada àqueles que não estão no poder.
III
Um Monarca através de suas ações e exemplos, estimula, protege e corrige tudo que é fundamental a uma Nação – o patriotismo e amor pela pátria.
Um presidente, devido à sua identificação política, não propicia um bom exemplo, minando a fé do povo quanto à sua pátria e suas instituições.
IV
Um Monarca encarna a nossa História, tradições, cultura, moral e dignidade e o orgulho que sentimos por nossos feitos.
Um presidente não tem qualquer identificação sólida com a história, tradições, cultura e moral do país e não inspira qualquer sentimento patriótico.
V
Um Monarca é o catalisador das aspirações de seus súditos.
Um presidente, dado o caráter temporário de seu cargo, tem pouco tempo e nenhuma inclinação para realmente entender as necessidades dos cidadãos.

VI
O Monarca expressa todas as virtudes e nenhum dos defeitos de seus súditos, ou seja, a honra, a seriedade, e a honestidade.
Um presidente geralmente reflete todos os defeitos e nenhuma das virtudes da nação e normalmente estará bastante comprometido com relação a honra, à seriedade, à dedicação e à honestidade.
VII
Uma monarquia baseia-se no progresso, desenvolvimento, prosperidade, saúde, vida, educação, liberdade, riqueza, tecnologia, liberdade de expressão, pensamento e cultos religiosos, estabilidade econômica e institucional, na democracia plena e no futuro.
Por sua vez, a República anda de mãos dadas com a pobreza, fome, miséria, morte, analfabetismo, atraso, insegurança, crime, falta de liberdade, censura, recessão, instabilidades econômicas e institucionais, regimes ditatoriais e autoritários.
VIII
Nas Monarquias modernas, os governos proporcionam equilíbrio econômico a nível estadual e municipal, administram de forma responsável impostos e tarifas, permitindo o contínuo desenvolvimento econômico e rateamento justo dos tributos, objetivando um padrão de vida adequado à seus súditos.
República tende a sangrar os estados, extorquir os municípios, depenar as empresas e escorchar a população com impostos e tarifas irracionais e irresponsáveis que são desordenadamente aplicados e mal utilizados, quando não surrupiados.
IX
Em uma Monarquia nuca somos pegos de surpresa. Acompanhamos a formação de nosso soberano desde o nascimento, seguimos atentamente seu desempenho à frente da nação e tomamos um vivo interesse na educação, formação se seus filhos e sucessor.
Em uma República, surpresas são as normas e não a exceção. Geralmente somos obrigados a aturar presidentes que são aventureiros, ou pior, incompetentes e desonestos. A mediocridade constitui a norma.

X
Em uma monarquia o Monarca é o símbolo vivo da nação onde não há espaço para aventureiros, para o “recebendo que se dá”, para negociatas, corrupção, nepotismo e onde a ordem prevalece.
A República é o regime dos improvisadores, dos aventureiros do “recebendo que se dá”, da negociação da corrupção, do nepotismo, em fim, do caos total.
Chefia de Estado XI
Na Monarquia o poder moderador é neutro.

Na República o poder moderador é político.
XII
A Monarquia é um árbitro apolítico, apartidário e suprapartidário.
A República é um árbitro faccioso, pois há conflitos de interesses devido a natureza política e partidária do ocupante do cargo.
XIII
A Monarquia o monarca é grande aliado e conselheiro de seu chefe de governo.
Na República Presidencialista, o presidente é concorrente, quando não, inimigo de seus líderes de governo. Na República parlamentarista, pode acontecer algo semelhante com o primeiro-ministro.
XIV
A Monarquia mantém diálogo aberto e direto com a população.
A República evita uma aproximação com a população. Só se preocupa com ela na época de eleição.
XV
A Monarquia encarna as virtudes da nação.
A República não mantém identificação histórica alguma com o país.

XVI
A Monarquia detém uma visão ampla da nação e de suas necessidades.
A República vê o país através dos prismas eleitorais e paroquiais.
XVI
A Monarquia está sempre voltada para as próximas gerações.
A República está sempre voltada para as próximas eleições.
XVII
O monarca é treinado para a sua função desde criança.
O presidente é um calouro despreparado.
XVIII
A Monarquia mantém a estabilidade constitucional.
A República é um pólo de desestabilização institucional.

REPÚBLICA PARLAMENTARISTA E MONARQUIA PARLAMENTARISTA
XIX
Embora as funções de um chefe de estado sejam semelhantes em ambos os regimes (República parlamentarista ou Monarquia parlamentarista), na Monarquia há um clima mais harmonioso, dado ao aspecto de neutralidade do cargo. Na Republica, devido a natureza política e partidária da presidência, conflitos de interesses são acentuados e constantes.
Já sabemos o que é a República presidencialista. Sugere-se como uma sua alternativa, também bastante inócua, a República parlamentarista, a pretexto de igualar ou superar a Monarquia parlamentarista, porém na República parlamentarista os conflitos se exacerbam em decorrência dos desentendimentos políticos partidários e pessoais.
JUDICIÁRIO
XX
Nas Monarquias o Judiciário é independente.
Nas Repúblicas o Judiciário é dependente.

XXI

As Monarquias ficam livres de nomeações políticas.
Nas Repúblicas necessitam-se do apadrinhamento político.
XXII
Nas Monarquias as decisões são técnicas e não políticas.
As Repúblicas tendem para as decisões políticas e não técnicas.
Conselho de Estado
XXIII

Na Monarquia o Conselho de Estado é de livre escolha do chefe de Estado.
Na República brasileira, o Conselho de Estado é composto por 80% de membros natos. Embora inoperante, ele é legalmente formado pelo vice-presidente, presidente do senado e da Câmara dos Deputados, Presidente do Supremo Tribunal Federa, Advogado Geral da União, dois membro do Senado, e dois membro da Câmara dos Deputados e duas personalidades indicadas pelo Presidente da República.

XXIV
Na Monarquia o Conselho de Estado é o microcosmo da nação.
Na República o Conselho de Estado é uma composição distorcida do tecido social do país.
XXV

Na Monarquia o Conselho de Estado é apartidário, suprapartidário e apolítico.
Na República o Conselho de Estado é partidário e altamente político.
XXVI
Na Monarquia o Conselho de Estado é um fórum de idéias.
Na República o Conselho de Estado é uma arena de intrigas.

XXVII
Na Monarquia o Conselho de Estado é o balizador entre a vontade política e o desejo social da nação.
Na República os componentes do Conselho de Estado estão divorciados dos anseios da nação engajando-se na síndrome do “toma lá, dá cá”.
XXVIII
Na Monarquia o Conselho de Estado é o grande conselheiro do chefe do chefe de Estado e do chefe de Governo.
Na República o Conselho de Estado não consegue ser conselheiro de ninguém devido aos conflitos de interesses de ambas as partes.
XXIX
Na Monarquia o Conselho de Estado não tem poder formal, mas tem o peso de sua neutralidade e independência.
Na República, o Conselho de Estado, devido a sua composição e seus conflitos de interesses, não é levado a sério pela nação.

CMPARE E VEJA AS DIFERENÇAS

A Monarquia é uma forma de governo moderna e eficiente. As doze economias mais fortes do mundo atual, oito são Monarquias. A República está sendo questionada em vários países, pois não tem solucionado seus problemas. O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e longo prazo. No caso de uma República, como a do Brasil, o presidente tem quatro anos para elaborar e executar o seu projeto de governo, cujo o alcance é forçosamente limitado. Mas há muitas outras diferenças.
O que a República nos legou? Tivemos até agora no Brasil, 47 períodos

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