monarquiaja

Just another WordPress.com site

NAÇÃO ESTADO E GOVERNO

O Circulo Monárquico de Rio Bonito, convida os desejosos pelo conhecimento, para entender um pouco mais sobre história do Brasil e de política nacional. Estamos acostumados votar na emoção. Não sabemos fazer a diferença entre “NAÇÃO”, “ESTADO” e “GOVERNO”. A Forma e o Sistema de Governo “República Presidencialista” induzem o eleitor votar em pessoas despreparadas para o governo. Nesta perversa Forma e Sistema de Governo, quando elegemos um presidente da República estamos elegendo também um Chefe de Estado. Esse é o motivo do Brasil estar sempre na corda bamba. Não vamos ficar de braços cruzados. O Brasil tem jeito. É só querer !
Você Sabe a diferença entre Estado e Governo? Entre sistema e forma de governo? Qual a diferença de chefia de Estado para chefia de Governo? Quer saber mais? Entre em contato conosco aqui pela FACE BOOK: Circulo Monárquico de Rio Bonito – http://www.monarquiaja.wordpress.com – Leia as matérias, pergunte e compartilha. DEUS SALVE O BRASIL !!!

A COERÊNCIA DE JOAQUIM NABUCO

A Coerência de Joaquim Nabuco
Com 2010 se findou o Ano Nacional Joaquim Nabuco, em memória do transcurso dos cem anos do seu falecimento. Cabe-nos prestar mais uma homenagem a este personagem que por sua trajetória política e intelectual, desperta os maiores preitos de admiração.
Muito foi lembrado o grande tribuno da abolição, que com sua ação e oratória escreveu páginas memoráveis do parlamento brasileiro, bem como liderando um grupo de não poucos grandes abolicionistas, na campanha que gerou as condições necessárias para que a Nação, sob o comando da Princesa Imperial Regente Dona Isabel, pudesse pôr um fim à escravidão no Brasil. Fiel a D. Pedro II, Nabuco manteve-se fiel a Dona Isabel, já que coerente jamais trairia aquela que não mediu esforços na esfera do Trono para fechar essa chaga na terra brasileira. Ela que, tão amada pelo povo, foi covardemente golpeada por oportunistas que num momento fúlgido traíram a Pátria e retribuíram o seu gesto com a decretação do desterro e a morte no exílio.
Nabuco, coerentemente, quis distância do regime que, em nome da liberdade, impõe a sua supressão. Nos diz ele “(…) suprimir a liberdade provisoriamente para torná-la definitiva é como a medicina que matasse o doente para ressuscitá-lo são. A liberdade uma vez confiscada não pode ser restituída íntegra, ainda mesmo que a aumentem; ficará sempre o medo de que ela seja suprimida outra vez e com maior facilidade (…)” (Resposta às Mensagens 1890). Estas palavras de Nabuco foram premonitórias, basta vermos os vários golpes de Estado ao longo da república até 1964, sendo que este duraria uma geração, e hoje temos a democracia formal, da qual se locupleta uma classe política em sua maioria corrupta e patrimonialista, às custas da miséria e da ignorância do povo brasileiro. Assim Nabuco não podia acreditar na república e era enfático: “Para acreditar nela, eu só peço, como os árabes para acreditar em Maomé, que ela faça um milagre; o de governar com a mesma liberdade que a monarquia” (idem op. cit.). João Ribeiro em suas Cartas Devolvidas (pag. 190) classifica Nabuco junto com Taunay, como um monarquista protestário, e assim o foi, mas nesses eventos decorrentes do centenário de sua morte, pudemos ouvir algumas colocações questionando — “Como um espírito liberal como Nabuco se manteve fiel à Monarquia?”. Certamente tal colocação, como não poderia deixar de ser, se baseia no preconceito sobre a monarquia e na falácia de que a república é uma evolução. Nabuco, que viveu na monarquia, e tinha contato direto com o chefe do Estado, tem o arcabouço para fundamentar a sua opção, e cremos que a realidade republicana, que nós passageiros do futuro vivemos, é o suficiente para comprovar que Nabuco estava certo.
Já no período dos ânimos serenados, a república carecendo de quadros capazes, chama Nabuco para atuar no campo diplomático, o que ele não recusa, pois fiel ao Imperador, seguia-lhe o conselho: “O Brasil em primeiro lugar”. Assim manteve sua profissão de fé monarquista ao servir sempre à Pátria. Seu monarquismo não ficou diminuído por servir à república, e como exemplo, temos numa conferência na Universidade de Yale, em 15 de maio de 1908 (O Espírito de Nacionalidade na História do Brasil), onde Nabuco, do pedestal de sua erudição, após fazer um belo resumo da evolução histórica brasileira, com destaque para as liberdades de imprensa e política sob o cetro de D. Pedro II, não se esquece do tributo a Dona Isabel, vinte anos depois do 13 de maio, dizendo à platéia norte-americana “E por falar em idealismo no trono, não apresenta a história muitos exemplos mais brilhantes e impressivos do que o da Princesa Imperial Dona Isabel, que enquanto Regente do Império, em 1888, provocou, de seu motu próprio, a queda de um gabinete, a fim de chamar um estadista resolvido a propor ao Parlamento a abolição imediata da escravidão. E ela o fez sabendo que os antigos conservadores desamparariam o trono diante do progresso da agitação republicana no país”. Palavras que são o testemunho insuspeito de um homem cuja honra é inquestionável, da ação daquela mulher que para sempre será a redentora dos escravos.
Diferentemente de outro grande abolicionista, que foi José do Patrocínio, e que traiu Dona Isabel no 15 de novembro, ao proclamar sua república na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, e morreu, em 1905, na miséria e esquecido pela república, e que só teve um funeral com grandes honras, porque um grande monarquista, que foi o Barão do Rio Branco, exigiu que o Governo o fizesse. Nabuco, ao morrer em Washington, em 1910, teve as maiores homenagens que um homem pode aspirar como testemunho da sua importância e valor, desde a capital dos Estados Unidos à capital do Brasil e, por fim, em sua terra natal, Recife. A república não poupou honras àquele que coerentemente foi fiel ao Império até o fim.
O autor (Luís Severiano Soares Rodrigues) é economista, artista plástico, pós-graduado em história, sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Niterói e conselheiro-secretário do IDII.

SOLUÇÃO REAL

Machado de Assis, monarquista por Adelto Gonçalves * publicado em 13/1/2007.

Machado de Assis, monarquista
por Adelto Gonçalves *
publicado em 13/1/2007.

Que a proclamação da República a 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, não foi um ato dos mais brilhantes da nossa História nem todo brasileiro sabe. Por isso, não custa lembrar que foi, isso sim, um golpe militar muito mal organizado que teve tudo para dar errado, inclusive falta de apoio do povo que assistiu bestializado aos acontecimentos, sem entender o que se passava, segundo o testemunho isento de um republicano da época e ministro do governo provisório, Aristides Lobo.

Um exemplar da Gazeta de Notícias, de 16/11/1889, que tenho aqui ao lado já em frangalhos, conta, em sua primeira página, que por pouco a República não foi pelo ralo. E só não o foi por causa da má pontaria do barão de Ladário, ministro de D.Pedro II, que, intimado pelo general Deodoro da Fonseca a entregar-se, sacou do bolso um revólver e deu-lhe um tiro, que, porém, desviou-se. Em seguida, praças do exército que acompanhavam o general revidaram, ferindo o ministro, que seria transportado de maca para o palacete do Itamaraty, na Rua Larga de São Joaquim e, em seguida, para sua residência no Cosme Velho.

Eram assim aqueles tempos. A República nascia aos trambolhões pelas mãos de um general que, até então, havia jurado lealdade eterna ao monarca. E que, ao que tudo indica, só se decidiu por colocar a tropa na rua porque, militar mais velho e de mais alta patente, temia que outros mais jovens e afoitos tomassem à sua frente no movimento. Pela Rua do Ouvidor naquela sexta-feira, grupos de patriotas, como diz o jornal, ergueram vivas à república e alguns poucos distintos cidadãos proferiram discursos. A maioria, porém, estava mesmo era ansiosa pelas notícias sobre a sorte do imperador. Parece que foi só.

Naquele dia, as pessoas de poder e cultura, na maior parte, evitaram sair de casa. Ou, se saíram, logo retornaram porque nada funcionou. A maioria não viu com bons olhos aquela aventura, pois, como se sabe, a questão não é saber como começa um golpe de força, mas sim como acaba. Depois de 117 anos, não se pode dizer que a República brasileira, que conhecemos até aqui, tenha tido uma trajetória digna: pelo menos cerca de 38 anos foram de arbítrio, perseguições e atentados ao estado de direito. Sem contar que a anarquia militar tem sido a regra. Os tempos de hoje, de sossego na caserna, são uma bem-vinda exceção, aliás.

Entre as pessoas que acompanharam, céticas e preocupadas, o desenrolar dos acontecimentos de 1889 estava um funcionário régio, de 50 anos de idade, o escritor Machado de Assis (1839-1908). Era vizinho do barão de Ladário no Cosme Velho e não lhe deve ter passado em branco o estado de saúde do ex-ministro — atingido por tiros em quatro lugares. Que Machado de Assis não apoiava a República, pode-se facilmente deduzir das crônicas que publicou na imprensa carioca antes e depois do 15 de novembro de 1889.

Quem tiver interesse pelo assunto não deve deixar de ler Por um novo Machado de Assis, livro recém-lançado do professor inglês John Gledson, especialmente os ensaios “Bons dias!”, “O patriotismo de Machado de Assis” e “A semana 1892-3: uma introdução aos primeiros dois anos da série”. Com a percuciência que já exibiu em outros grandes trabalhos sobre o maior romancista brasileiro de todos os tempos, Gledson mostra que, embora cauteloso em assuntos de política, Machado nunca escondeu sua preocupação com a atuação exaltada dos republicanos.

Se a monarquia de D.Pedro II não havia sido o melhor dos mundos, Machado temia que a República pudesse ser muito pior. Dois anos depois daqueles acontecimentos no quartel-general que redundaram em quatro tiros em seu vizinho, ao começar a escrever crônicas dominicais para a Gazeta de Notícias, o romancista já testemunhara a confirmação de seus piores temores: como diz Gledson, tinha previsto com acerto que o federalismo só daria poder às oligarquias locais e destruiria toda esperança de democracia que pudesse ser abrigada por republicanos históricos e idealistas.

Sem o poder moderador do imperador, o Brasil encontrava-se na iminência de seguir o caminho de seus vizinhos hispano-americanos, retalhados e divididos em republiquetas sem expressão. Machado sabia que, bem ou mal, fora o poder monárquico que conseguira manter a unidade nacional, ligando pelo idioma regiões tão distantes umas das outras. Fora o centralismo da monarquia e seus poderes imperialistas, mais a intrepidez de um povo acaboclado, que atirara os espanhóis em direção ao Pacífico.

Agora, nas mãos dos militares, o Brasil vivia à matroca: não havia paz nem parlamento nem partidos. “Com o parlamentarismo tivemos longos anos de paz pública”, suspirava o cronista no dia 21/8/1892. Afinal, o primeiro ano da República fora marcado por uma febre de negócios e de especulação financeira, o chamado Encilhamento, como resultado de fortes emissões e facilidades de crédito. Muita gente perdera dinheiro, enquanto alguns espertalhões se locupletaram com os favores do novo poder.

No início de 1891, estourou a crise, com a falência de estabelecimentos bancários e empresas. Eleito presidente por um Congresso manietado, Deodoro logo entrou em crise com congressistas que se recusavam a lhe conferir maiores poderes. Fez o que todo ditador faria: fechou o Congresso, prometendo novas eleições. Sem condições de governar, renunciaria a 23/11/1891, deixando o posto para o seu vice, o general Floriano Peixoto, que até então nada mais fizera do que conspirar contra o titular. Foi pior. Floriano, em abril de 1892, prendeu mais de 150 pessoas, encarcerando algumas e desterrando outras, disseminando o “terror político”, na definição de Machado.

O resultado foi que, em fevereiro de 1893, estourou no Rio Grande do Sul uma guerra civil entre federalistas e legalistas, ambos os grupos liderados por caudilhos no pior estilo latino-americano. Por último, no auge da anarquia militar que caracterizou a república nascida da espada, o almirante Custódio de Melo, que fora decisivo na demissão de Deodoro, pensava agora mandar Floriano para casa. Içou a bandeira da revolta na baía da Guanabara, mas o que conseguiu foi endurecer ainda mais o governo de Floriano.

Diz Gledson que é provável que Machado de Assis odiasse não só Deodoro como Floriano, “o primeiro por causa da corrupção associada ao Encilhamento; o segundo pela intolerância e pelas tendências ditatoriais”. Para o escritor, a cisão em si e a ameaça de guerra civil eram mais importantes do que quaisquer outras questiúnculas

Quem já leu Machado de Assis conhece bem seu pessimismo, resultado provavelmente de suas leituras de Arthur Schopenhauer. O escritor sabia que quem mandava, de fato, por trás dos militares que haviam dado um pontapé no traseiro de D.Pedro II, mandando-o para a Europa, eram os fazendeiros de São Paulo e Minas Gerais e uma classe de proprietários, comerciantes e atravessadores do Rio de Janeiro. O que o preocupava, porém, eram as rupturas no seio dessa oligarquia, que poderiam levar a um colapso da ordem e à ditadura mais deslavada.

Sabia que os homens nunca compartilham o poder de boa vontade: tenham o que tiverem, quererão sempre mais, advertiu numa crônica de 26/2/1893. Por isso, imaginava que um sistema representativo seria sempre o menor dos males. Em suas crônicas desse período e até mesmo em seu romance Esaú e Jacó, publicado em 1904, não disfarça a nostalgia que sente do antigo regime que permitia, pelo menos, aos governos mudar pacificamente e com alguma aparência de ordem. “Assim aconteceu até 1889 com a monarquia e não há razão para que não aconteça depois de 1889, com a República”, escreveu.

Até então, o mundo, para Machado de Assis, parecera sempre mais estável. Fizera carreira no funcionalismo, na maior parte do tempo no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, chegando a ocupar o cargo de oficial de gabinete do ministro, em 1881. À época da proclamação da República, fora nomeado diretor da Diretoria do Comércio, um cargo altamente honroso para quem era neto de escravos alforriados.

Na verdade, não tinha muito do que se queixar da monarquia, que lhe abrira as portas para a ascensão social. Com a República, esse mundo fora virado às avessas: por ter apoiado na véspera um ou outro militar, muitos perdiam o emprego. Portanto, não seria recomendável ao cronista Machado de Assis escrever com desenvoltura, sem travas no pensamento. Como assinala Gledson, Machado escrevia para um mundo que cada vez mais detestava, à medida que envelhecia.

MACHADO DE ASSIS

É SOBRETUDO como brasileiro que me agrada esta última opinião [Monarquia], e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou”. MACHADO DE ASSIS

IMPÉRIO ORGULHO DO BRASIL

Monarquia no Brasil

O Brasil era um país mais promissor que os EUA

É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus – de onde vieram muitos imigrantes – e hoje ocorre o oposto: (…)” – (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

■ Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões… É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes… Apenas caindo Dilma com o seu “Perda Total”, mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos…) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo… Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato – a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

■ O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares… Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

■ No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: “12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários”… Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

UMA VIAGEM DE TREM A NOVA FRIBURGO: O PASSADO MANDA LEMBRANÇA , UM VÍDEO PARA QUEM TAMBÉM NÃO VIU ISSO EM NOSSA CIDADE!

MONARQUIA PARLAMENTARISTA CHEGOU AO SENADO

Navegação de Posts