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CONHECENDO O IMPÉRIO DO BRASIL

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TODOS CONHECEM A “FAMÍLIA IMPERIAL” DO BRASIL QUE A REPÚBLICA ESCONDEU POR CEM ANOS?

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Você continua querendo a república?

Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 127 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

 

  • 12 Estados de Sítios,
  • 17 Atos Institucionais,
  • 6 Dissoluções do Congresso,
  • 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
  • 2 Renuncias Presidenciais,
  • 3 Presidentes Impedidos,
  • 4 Presidentes Depostos,
  • 6 Constituições Diferentes,
  • 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários…

 

  • Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

 

  • – República Velha – 1ª República (1890–1930): Ditadura
  • – República da Espada (1894): Ditadura
  • – República do Café-com-Leite
  • – Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
  • – Era Vargas – (1930–1945): Ditadura – Regime Totalitário & Autoritário
  • – Quarta República (1946–1964)
  • – Governo Provisório (Brasil)
  • – Governo Constitucionalista
  • – Estado Novo
  • – República Populista: Eurico Gaspar Dutra, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart.
  • – Último Regime Militar – 5ª República (1964–1985): Ditadura – Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo.
  • – Nova República – 6ª República (1985-atual): José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma Rousseff.

DEUS SALVE O IMPÉRIO BRASILEIRO

Não é o Imperador que controla a coroa

Não é o Imperador que controla a coroa, mas é a coroa que faz e legitima o imperador, porque a coroa é o símbolo da vontade de um povo e de uma nação. O imperador é a voz e a vontade do seus súditos. O imperador não precisa de votos, mas da aprovação social e justa. O imperador não precisa do capital político, mas que a sociedade tenha qualidade de vida. (Nadelson Costa Nogueira Junior)

Será quantos brasileiros conhecem este texto?

 (Discurso ao Senado Federal, dezembro de 1914)
…”depois de tanto ver triunfar as nulidades”, o grande Águia de Haia iria se lamentar e pedir desculpas por tudo o que havia feito para acabar com a monarquia no Brasil !
Esse espírito foi sintetizado por Rui Barbosa, quando se penitenciava de seu erro histórico. Sua sobriedade lhe permitiu avaliar a situação e dizer:
“Havia uma sentinela vigilante, cuja severidade todos temiam, e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade. Era o Imperador Dom Pedro II. “
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto … Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem …” ,
 
(Rui Barbosa – Discursos Parlamentares – Obras Completas – Vol. XLI – 1914 – TOMO III – pág. 86/87).

ESTADO DE DIREITO DE VERDADE

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Conservador Brasileiro do século XXI

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